RSS

Análises dos países

Seminário Profético RELÓGIO DOS TEMPOS em 30 e 31 de Maio, 2014. Venha ser treinado no sobrenatural e receber a ativação do Espírito Santo em sua vida! SAIBA MAIS CLIQUE AQUI

 

Na sequência abaixo: França/ Luxemburgo/ Republica Tcheca/ Polonia/ Inglaterra / Holanda / Bélgica /    (em breve postaremos outros)

França

                  República Francesa

Bandeira                      brasão de armas         mapa

 

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos na autoridade do Nome que é acima de todo nome, o Nome Maravilhoso de Jesus Cristo de Nazaré, que a França é redimida pelo sangue derramado na cruz do calvário. Profetizamos tempos de avivamento sobre todo seu território. Declaramos falido todo espírito de engano e frieza espiritual. Declaramos que da mesma forma que os franceses influenciaram o mundo com suas revoluções e conquistas, eles o influenciarão e o iluminarão com o Evangelho de Jesus Cristo. Deus levante homens com a mesma desenvoltura para ti como o foram para criar pensamentos e leis. Profetizamos redenção sobre a França e fogo do Espírito Santo sendo derramado em nome de Jesus!

tradução francês: Décret relatif à l’autorité du Nom qui est au dessus de tout nom, lenom merveilleux de Jésus-Christ de Nazareth, que la France est racheté par le sang versé sur la croix du Calvaire. Temps de réveilprophétisé sur tout son territoire. Déclarée en faillite à tout esprit de tromperie et de la froideur spirituelle. Nous déclarons que, tout comme les Français ont influencé le monde avec ses révolutions et les conquêtes, elles éclairent et influencent l’Evangile de Jésus-Christ. Dieu d’élever les hommes avec la même facilité qu’ils étaient pour vous permettre de créer des pensées et des lois.Rachat prophétisé sur la France et le feu de l’Esprit Saint qui est versée au nom de Jésus!

 

Lema: Liberdade, Igualdade e fraternidade.

DADOS PRINCIPAIS

ÁREA: 543.965 km²
CAPITAL: Paris
POPULAÇÃO: 65,3 milhões de habitantes (estimativa 2011)
MOEDA: Euro
NOME OFICIAL
: República Francesa (République Française).
NACIONALIDADE: francesa
DATA NACIONAL: 14 de julho (Queda da Bastilha durante a Revolução Francesa).

LOCALIZAÇÃO: oeste da Europa
CLIMA DA FRANÇA:
temperado oceânico, mediterrânico (S)
CIDADES DA FRANÇA (PRINCIPAIS)
: Paris, Marselha, Nantes, Nice, Toulouse e Estrasburgo , Lyon , Nancy, Versalhes, Montpellier, Rennes , Grenoble, Cannes, Lille.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO:
franceses 93,6%, outros europeus 2,9%, outros 3,5% (censo de 1996).
TERRITÓRIOS DA FRANÇA: Guadalupe, Guiana Francesa, Ilhas Wallis e Futuna, Martinica, Mayotte, Nova Caledônia, Polinésia Francesa, Reunião, Saint Pierre e Miquelon.

IDIOMAS: francês ( oficial ) línguas regionais (bretão, basco).

RELIGIÃO: cristianismo (68,2%), agnosticismo (16,4%), islamismo (8,6%), ateísmo (4,1%), outras (2,7%) – dados de 2010

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 97 hab./km2 (estimativa 2011)

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0,5% por ano (estimativa 2011)

TAXA DE ANALFABETISMO: cerca de 1% (estimativa 2010).

RENDA PER CAPITA: US$ 33.679 (estimativa 2009)

PIB: US$ 2,14 trilhões (estimativa 2010)

PIB per capita: US$ 33.100 (estimativa 2010)

IDH: 0,884 (Pnud 2011) – desenvolvimento humano muito alto

ECONOMIA DA FRANÇA:

Produtos Agrícolas: trigo, beterraba, milho, cevada.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Mineração: carvão, petróleo, gás natural, minério de ferro, gipsita.
Indústria
: alimentícia, equipamentos de transporte, química, máquinas, metalúrgica, bebidas, tabaco.

RELAÇÕES INTERNACIONAIS:

– Banco Mundial, FMI, G-8, OCDE, OMC, ONU, OTAN e União Europeia.

Paris é a sede da quase totalidade das instituições francesas: Presidência da República, Chefe do Governo, Assembleia Nacional, Senado etc. Além disso, inúmeras organizações europeias ou internacionais têm sua sede em Paris, dentre as quais a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Cultura e a Educação), a OIF (Organização Internacional da Francofonia), a OCDE (Organização da Cooperação e do Desenvolvimento Econômico) ou ainda a ESA (Agência Espacial Europeia).

França (em francês: France)  oficialmente República Francesa (em francês: République française) é um país localizado na Europa Ocidental, com várias ilhas e territórios ultramarinos noutros continentes. A França Metropolitana se estende do Mediterrâneo ao Canal da Mancha e Mar do Norte, e do Rio Reno ao Oceano Atlântico. É muitas vezes referida como L’Hexagone (“O Hexágono”) por causa da forma geométrica do seu território. A nação é o maior país da União Europeia em área e o terceiro maior da Europa, atrás apenas da Rússia e da Ucrânia (incluindo seus territórios extraeuropeus como a Guiana Francesa fica maior que a Ucrânia).

Por cerca de meio milênio, a França tem sido uma grande potência, com forte influência econômica, cultural, militar e política a nível europeu e global. Durante muito tempo o país exerceu um papel de liderança e hegemonia na Europa (principalmente a partir da segunda metade do século XVII e parte do XVIII). Ao longo daqueles dois séculos, a França colonizou grande parte da América do Norte e, durante o século XIX e início do século XX, chegou mesmo a constituir o segundo maior império da história, o que incluía grande parte da América do Norte, África Central e Ocidental, Sudeste Asiático e muitas ilhas do Pacífico.

A nação francesa tem seus principais ideais expressos na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. A República Francesa é definida como indivisível, laica, democrática e social pela sua constituição. A França é um dos países mais desenvolvidos do mundo, possui a quinta maior economia do mundo por PIB nominal, a nona maior por paridade do poder de compra e a segunda maior de toda a Europa. O país goza de um alto padrão de vida, bem como um elevado nível de escolaridade pública, além de ter uma das mais altas expectativas de vida do mundo. A França foi classificada como o melhor provedor saúde pública do mundo pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o país mais visitado no mundo, recebendo 82 milhões de turistas estrangeiros por ano.

A França tem o terceiro maior orçamento militar do mundo, a terceira maior força militar da OTAN e o maior exército da União Europeia, além de ser um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e possuir o terceiro maior número de armas nucleares do mundo. O país é um dos membros fundadores da União Europeia e possui a maior área e a segunda maior economia do bloco. É também membro fundador da Organização das Nações Unidas, além de ser membro da Francofonia, do G8, do G20, da OTAN, da OCDE, da OMC e da União Latina.

Etimologia

Não há muitos relatos sobre a origem do nome França. O nome Francia refere-se à área original do norte da Europa, que era habitada, ou melhor dominada, por guerreiros germânicos que chamavam a si próprios de francos. Francia é uma adaptação latina do século III do termo Franko(n), nome que os francos a deram quando estavam em seu domínio, atualmente localizada provavelmente no que hoje corresponde à região de Flandres, na Bélgica. Realmente, a partir dos séculos III e IV, os romanos já tinham tido contacto com os francos. Os romanos vieram a contratá-los como mercenários em seu exército, e bem antes das invasões germânicas. O nome Francia, não tem conotação política, mas sim de localização ou sociológica, como Magrebe ou os Bálcãs no século XXI. O povo franco era uma nação de guerreiros que elegia um chefe de guerra denominado rei dos francos, e local livre, sob a sua competência pelos assuntos de Guerra. A guerra é considerada como o valor da liberdade, e a palavra “franco” se tornou, a partir daí, sinônimo de livre.

Outra teoria é que o nome dos francos deriva da palavra goda “frankon”, que era o nome do machado de guerra utilizado pelos habitantes da região. Esse machado atualmente é conhecido como franquisque, conforme designado no “Ethymologiarum sive originum, libri XVIII”, livro escrito por Isidore de Sevilha (c. 560 – 636).

Governo e Política

palais de Bourbon, sede da  assembleia nacional francesa.

A República Francesa é uma república unitária semipresidencialista com fortes tradições democráticas.. A constituição da V República foi aprovada por referendo em 28 de setembro de 1958. É extremamente reforçada a autoridade do executivo em relação ao Parlamento. O poder executivo em si tem dois dirigentes: o presidente da República, atualmente Nicolas Sarkozy, que é chefe de estado e é eleito diretamente por sufrágio universal para um mandato de 5 anos (antes de 7 anos) e o Governo, liderado pelo Primeiro-Ministro nomeado pelo presidente, François Fillon atualmente.

O parlamento francês é uma legislatura bicameral, composto por uma Assembléia Nacional (Assemblée Nationale) e um Senado. Os deputados da Assembleia Nacional representam círculos eleitorais locais e são diretamente eleitos para mandatos de 5 anos.  A Assembleia tem o poder de demitir o gabinete e, assim, a maioria na Assembleia determina a escolha do governo. Os senadores são escolhidos por um colégio eleitoralpara mandatos de 6 anos (inicialmente 9 termos homólogos), e metade dos assentos são submetidos a eleição a cada 3 anos, com início em Setembro de 2008.

Os poderes legislativos do Senado são limitados; em caso de desacordo entre as duas câmaras, a Assembleia Nacional tem a palavra final, exceto para as leis constitucionais e lois organiques (leis que são diretamente previstas pela Constituição), em alguns casos. O governo tem uma forte influência na formação da ordem do dia do Parlamento.

A política francesa caracteriza-se por dois grupos políticos opostos: um de esquerda, centrada em torno do Partido Socialista Francês, e os outros da ala direita, anteriormente centrada em torno do Rassemblement pour la République (RPR) e agora seu sucessor, o Union pour un mouvement populaire(UMP). O poder executivo é atualmente composto na sua maioria por membros do UMP.

França usa um sistema romano-germânico; isto é, a lei surge principalmente a partir de estatutos escritos; os juízes não fazem leis, mas apenas as interpretam (embora a quantidade de interpretação judicial em determinadas áreas faz com que seja equivalente a jurisprudência). Os princípios básicos do Estado de direito foram estabelecidas no Código de Napoleão (que era, por sua vez, em grande parte, baseado na lei real codificada no reinado de Luís XIV). De acordo com os princípios da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão a lei só deve proibir as ações prejudiciais à sociedade. Como Guy Canivet, o primeiro presidente do Tribunal de Cassação da França, escreveu sobre a gestão das prisões: “A liberdade é a regra e sua restrição é a exceção; qualquer restrição de liberdade deve ser prevista por lei e deve seguir os princípios da necessidade e proporcionalidade“. Ou seja, a lei legislar proibições somente se elas forem necessárias e se os inconvenientes causados por essa restrição não excedam os inconvenientes que a proibição supostamente irá resolver.

A lei francesa é dividida em duas áreas principais: o direito privado e o direito público. O direito privado inclui, na lei, nomeadamente o direito penal e civil. O direito público inclui, na lei, designadamente o direitos administrativo e constitucional. No entanto, em termos práticos, a lei francesa compreende três principais áreas do direito: direito civil, direito penal e direito administrativo.

A França não reconhece a lei religiosa, nem reconhece crenças religiosas ou a moralidade como uma motivação para a promulgação de proibições. Como conseqüência, a França há muito tempo não tem qualquer lei de blasfêmia nem leis contra a sodomia (a última sendo abolida em 1791). No entanto, “os crimes contra a decência pública” (moeurs contraires aux bonnes) ou perturbação da ordem pública (rouble à l’ordre public) foram usados para reprimir manifestações públicas de homossexualidade ou a prostituição de rua.

Leis penais só podem abordar o futuro e não o passado criminal (leis ex post facto são proibidas), e para serem aplicáveis, as leis devem ser oficialmente publicado no Journal Officiel de la République Française.

A França é tolerante com a comunidade LGBT. Desde 1999, as uniões civis para casais homossexuais são permitidas, embora o casamento homossexual ainda não seja legalizado na França. Leis de condenação ao racismo, sexismo ou o anti-semitismo são antigas e importantes, por exemplo, leis que proíbem o discurso discriminatório na imprensa são tão antigas como 1881.

Em 2010, a França aprovou uma lei que proíbe véus de rosto em público, incluindo aqueles usados pelas mulheres muçulmanas. A Anistia Internacional condenou a lei como uma violação da liberdade de expressão. Em setembro de 2011, duas mulheres muçulmanas foram multadas por usar o niqab, mas elas recorreram das multas.

Relações Internacionais

A Declaração Schuman é o título que informalmente conhecido como pronunciado pelo Ministério de Relações Exteriores da França, Robert Schuman a 9 de maio de 1950 — tal como o conhece a União Europeia — se deu o primeiro passo para a formação desta organização ao propor a comunitarização do carvão e do aço de França, Alemanha e demais países aderentes.

A França faz grupo dos seis países que são originários mediantes ao Tratado de Paris e constituíram a comunidade europeia do carvão e do aço (CECA). A este tratado seguem outros que compõem a União Européia atualmente. Os franceses contam com a segunda representação mais numerosa noParlamento Europeu, em virtude de seu número de habitantes; todavia, o francês Jean-Claude Trichet é o presidente do Banco Central Europeu e Jacques Barrot é um dos vice-presidentes da Comissão Europeia para o período 2004-2009.

A presidência francesa do Conselho da União Europeia no segundo semestre de 2008 está marcada dentro do sistema de administração rotativa da dita instituição.

Forças armadas

Desde a Guerra da Argélia, a conscrição foi progressivamente reduzida e finalmente foi suspensa em 2001 por Jacques Chirac. O número total de pessoal militar é de 359.000. A França gasta 2,6% de seu PIB com defesa, ligeiramente mais do que o Reino Unido (2,4%), e é o mais elevado na União Europeia, onde a despesa da defesa é geralmente inferior a 1,5% do PIB. Juntos, eles representam 40% das despesas da defesa da UE. Por volta de 10% do orçamento da defesa da França vai para sua força de frappé, ou armas nucleares. Uma parte significante do equipamento é feita na França. Algumas armas, como o Grumman E-2 Hawkeye ou o E-3 Sentry foram compradas dos Estados Unidos. Apesar de se retirar do projeto do Eurofighter, a França está investindo em projetos europeus como o Eurocopter Tiger.

Hino da França

Allons enfants de la Patrie, Le jour de gloire est arrivé

Contre nous de la tyrannie, L’étendard sanglant est levé.

L’étendard sanglant est levé: Entendez-vous dans les campagnes

Mugir ces féroces soldats! Ils viennent jusque dans vos bras

Égorger vos fils et vos compagnes. Aux armes citoyens,

Formez vos bataillons. Marchons! Marchons!

Qu’un sang impur Abreuve nos sillons, Que veut cette horde d’esclaves

De traîtres, de rois conjurés? Pour qui ces ignobles entraves

Ces fers dès longtemps préparés, Ces fers dès longtemps préparés

Français, pour nous, Ah quel outrage, Quel transport il doit exciter!

C’est nous qu’on ose méditer, De rendre à l’antique esclavage

Quoi! Des cohortes étrangères, Feraient la loi dans nos foyers!

Quoi! Ces phalanges mercenaires, Terrasseraient nos fiers guerriers.

Terrasseraient nos fiers guerriers. Grand Dieu! Par des mains enchaînées

Nos fronts, sous le joug, se ploieraient. De vils despotes deviendraient

Les maîtres de nos destinées, Tremblez tyrans, et vous perfides

L’opprobe de tous les partis. Tremblez, vos projets parricides

Vont enfin recevoir leur prix! Vont enfin recevoir leur prix! Tout est soldat pour vous combattre.

S’ils tombent nos jeunes héros, La terre en produit de nouveaux. Contre vous, tous prêts à se battre, Français en guerriers magnanimes, Portez ou retenez vos coups. Épargnez ces tristes victimes

A regrets s’armant contre nous! A regrets s’armant contre nous!

Mais ce despote sanguinaire, Mais les complices de Bouillé

Tous les tigres qui sans pitié, Déchirent le sein de leur mère!

Amour Sacré de la Patrie, Conduis, soutiens nos braves vengeurs.

Liberté, Liberté chérie, Combats avec tes défenseurs. Combats avec tes défenseurs

Sous nos drapeaux, que la victoire, Accoure à tes mâles accents

Que tes ennemis expirants, Voient ton triomphe et nous, notre gloire

(« Couplet des enfants »)

Nous entrerons dans la carrière, Quand nos aînés n’y seront plus

Nous y trouverons leur poussière, Et la trace de leur vertus!

Et la trace de leur vertus! Bien moins jaloux de leur survivre. Que de partager leur cercueil. Nous aurons le sublime orgueil. De les venger ou de les suivre. Aux armes citoyens, Formez vos bataillons.

Marchons! Marchons! Qu’un sang impur. Abreuve nos sillons

La Marseillaise/A Marselhesa

Avante, filhos da Pátria, O dia da Glória chegou. Contra nós, da tirania O estandarte ensanguentado se ergueu. O estandarte ensanguentado se ergueu.

Ouvis nos campos, Rugirem esses ferozes soldados?

Vêm eles até aos nossos braços. Degolar nossos filhos, nossas mulheres. Às armas cidadãos! Formai vossos batalhões!

Marchemos, marchemos! Que um sangue impuro Ague o nosso arado. O que quer essa horda de escravos de traidores, de reis conjurados?

Para quem (são) esses ignóbeis entraves. Esses grilhões há muito tempo preparados?

Esses grilhões há muito tempo preparados? Franceses! A vós, ah! que ultraje!

Que comoção deve suscitar! É a nós que consideram retornar à antiga escravidão!

O quê! Tais multidões estrangeiras, Fariam a lei em nossos lares! O quê! Essas falanges mercenárias. Arrasariam os nossos nobres guerreiros. Arrasariam os nossos nobres guerreiros.

Grande Deus! Por mãos acorrentadas,Nossas frontes sob o jugo se curvariam, E déspotas vis tornar-se-iam, Os mestres dos nossos destinos!

Tremei, tiranos! e vós pérfidos, O opróbrio de todos os partidos,

Tremei! vossos projetos parricidas, Vão enfim receber seu preço! Vão enfim receber seu preço!

Somos todos soldados para vos combater. Se tombam os nossos jovens heróis, A terra de novo os produz, Contra vós, todos prontos a vos vencer!

Franceses, guerreiros magnânimos, Levai ou retende os vossos tiros!

Poupai essas tristes vítimas, A contragosto armando-se contra nós. A contragosto armando-se contra nós.

Mas esses déspotas sanguinários, Mas os cúmplices de Bouillé, Todos os tigres que, sem piedade, Rasgam o seio de suas mães!

Amor Sagrado pela Pátria. Conduz, sustém-nos os braços vingativos.

Liberdade, liberdade querida, Combate com os teus defensores! Combate com os teus defensores!

Sob as nossas bandeiras, que a vitória, Chegue logo às tuas vozes viris!

Que teus inimigos agonizantes. Vejam teu triunfo, e nós a nossa glória.

(Verso das crianças)

Entraremos na carreira (militar),

Quando nossos anciãos não mais lá estiverem. Lá encontraremos suas cinzas, E o resquício das suas virtudes E o resquício das suas virtudes

Bem menos desejosos de lhes sobreviver, Que de partilhar seus caixões, Teremos o sublime orgulho, De os vingar ou de os seguir.

Às armas, cidadãos, Formai vossos batalhões, Marchemos, marchemos! Que um sangue impuro, Ague o nosso arado!

Luxemburgo

       

bandeira                             brasão de armas       mapa

 

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos no reino do espírito que a nação de Luxemburgo é redimida pelo sangue do cordeiro de Deus, Jesus Cristo, e clamamos por avivamento neste país. Declaramos que o Senhor está levantando pessoas que tenham temor do seu santo Nome e que se dobrem a Yeshua como o seu unico salvador e senhor! Declaramos que esta terra é redimida de todo sangue derramado e que salvação e avivamento virão em profusão, bem como a justiça de Deus sobre a Sede do Benelux, em nome de Jesus!

tradução francês: Décret dans le royaume de l’esprit que la nation de Luxembourg estracheté par le sang de l’Agneau de Dieu, Jésus-Christ, et le cri de renouveau dans ce pays. Nous déclarons que le Seigneur estsoulevant des gens qui peuvent craindre son saint Nom et de se plier à Yeshua comme votre Sauveur et Seigneur! Nous déclaronsque cette terre est rachetée de tout le sang versé et que le salut et le renouveau viendra à profusion, et la justice de Dieu sur le siègedu Benelux, au nom de Jésus!

Luxemburgo, oficialmente Grão-Ducado do Luxemburgo (em luxemburguês:Groussherzogtum Lëtzebuerg, em francês: Grand-Duché de Luxembourg, em alemão:Grossherzogtum Luxemburg), é um pequeno país situado na Europa Ocidental, limitado pela Bélgica, França e Alemanha. Luxemburgo tem uma população de menos de meio milhão de pessoas em uma área de aproximadamente 2586 km2.[3]

Sendo uma democracia representativa parlamentar com um grão-duque comomonarca constitucional, Luxemburgo é o único grão-ducado ainda existente. O país tem uma economia altamente desenvolvida, com um dos maiores PIB per capita do mundo.[3] A sua importância histórica e estratégica remonta a sua fundação, como uma fortaleza romana no início da Idade Média. Foi um importante bastião espanhol ao longo da estrada quando a Espanha foi a principal potência europeia influenciando todo o hemisfério ocidental e para além dos séculos XVI e XVII.

Luxemburgo é um membro fundador da União Europeia, NATO, OCDE, Nações Unidas, Benelux e da União da Europa Ocidental, o que reflete o consenso político em favor da coesão econômica, política e integração militar. A cidade de Luxemburgo, a capital e maior cidade, é sede de várias instituições e organismos da União Europeia.

Luxemburgo está no ponto de encontro entre a Europa Românica e EuropaGermânica, empregando costumes de cada uma das diferentes tradições. Luxemburgo é um país trilingue, onde o alemão, o francês e o luxemburguês são línguas oficiais. Embora seja um Estado laico, a religião predominante no país é oCatolicismo.

A história de Luxemburgo começa com a aquisição de Lucilinburhuc[5] (hoje Castelo de Luxemburgo) por Siegfried, conde de Ardennes, em 963. Em torno desta fortaleza, uma cidade foi desenvolvida gradualmente, que se tornou o centro de um pequeno estado de grande valor estratégico. Nos séculos XIV e XV os três primeiros membros daCasa de Luxemburgo reinaram sucessivamente como Sacro Imperador Romano. Em 1437, a Casa de Luxemburgo sofreu uma crise sucessória, precipitado pela falta de um herdeiro masculino para assumir o trono, que levou a venda do território paraFilipe, o Bom de Borgonha.[6] Nos séculos seguintes, a fortaleza de Luxemburgo foi continuamente alargada e reforçada pelos seus sucessivos ocupantes, das casas dos Bourbons,Habsburgo, Hohenzollern e da França, entre outros. Após a derrota de Napoleão em 1815, Luxemburgo foi disputada entre a Prússia e os Países Baixos. OCongresso de Viena formou um Grão-Ducado de Luxemburgo, em sua união com a Holanda. Luxemburgo também se tornou um membro daConfederação Alemã, como uma fortaleza confederada ocupada por tropas prussianas.[7]

A Revolução Belga de 1830-1839 reduziu o território de Luxemburgo por mais da metade, enquanto os predominantemente francófonos da parte ocidental do país foram transferidos para a Bélgica. A independência de Luxemburgo foi reafirmada em1839 pelo Primeiro Tratado de Londres. No mesmo ano, Luxemburgo juntou-se a Zollverein.[8] A independência e neutralidade de Luxemburgo foram novamente afirmada pelo Segundo Tratado de Londres em 1867, após a Crise de Luxemburgo, que quase levou à guerra entre a Prússia e a França.[9] Depois do último conflito, a fortaleza da confederação foi desmantelada.[10]

O Rei dos Países Baixos se manteve Chefe de Estado, bem como Grão-Duque de Luxemburgo, mantendo sua união entre os dois países até 1890. Com a morte de William III, o trono holandês passou a sua filha Guilhermina, enquanto em Luxemburgo (tempo em que o trono era restrito aos herdeiros do sexo masculino pelo Pacto da Família Nassau) passou a Adolfo de Nassau-Weilburg.[11]

Luxemburgo foi invadido e ocupado pela Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, mas foi autorizado a manter a sua independência e mecanismos políticos. Ele foi novamente invadido e sujeito a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial em 1940, e foi formalmente anexada ao Terceiro Reich, em 1942.

Durante a II Guerra Mundial, Luxemburgo abandonou sua política de neutralidade, quando se juntou aos Aliados na luta contra a Alemanha. Seu governo, exilado emLondres, criou um pequeno grupo de voluntários que participaram na invasão da Normandia. Tornou-se um membro fundador da Organização das Nações Unidas em 1946 e da NATO em 1949. Em 1957, Luxemburgo se tornou um dos seis países fundadores da Comunidade Econômica Europeia (mais tarde União Europeia), e em 1999, ele aderiu ao euro. Em 2005, um referendo sobre o tratado da UE, que estabelece uma constituição para a Europa teve lugar em Luxemburgo.[12]

Etnias

Os habitantes de Luxemburgo são chamados luxemburgueses.[13] A população nativa é de origem e germânica, com possivelmente alguns elementos celtas.[14] Houve aumento da população imigrante no século XX, devido à chegada de imigrantes a partir da Bélgica, França, Alemanha,Itália e Portugal, com a maioria proveniente deste último país. No censo de 2001, havia 58 657 habitantes com nacionalidade portuguesa.[15] Desde o início da guerra da Jugoslávia, Luxemburgo tem recebido muitos imigrantes oriundos da Bósnia e Herzegovina, da Sérvia e de Montenegro. Anualmente, mais de 10 000 novos imigrantes chegam, em Luxemburgo, na sua maioria de estados-membros da União Europeia, bem como da Europa Oriental. Em 2000 havia 162 000 imigrantes em Luxemburgo, representando 37% do total da população. Houve um número estimado de 5000 imigrantes ilegais, incluindo os requerentes de asilo, a partir de 1999.[16]

Religião

Luxemburgo é um Estado laico, mas o estado reconhece determinadas religiões como oficiais para o país. Isso dá ao Estado um certo poder para administrar a religião e nomear clérigos, em troca de que o Estado pague certos custos e salários. Atualmente, os acordos são abrangidos pelo catolicismo romano, judaísmo,ortodoxa grega, anglicanismo, ortodoxa russa, protestantismo e o islamismo.[20]

Desde 1980, é ilegal por parte do governo coletar estatísticas sobre práticas ou crenças religiosas.[21] Estima-se pela CIA Factbook que 87% dos luxemburgueses são católicos, os restantes 13% são constituídos porprotestantes, ortodoxos, judeus, muçulmanos, os de outras religiões e ateus.[22]

Segundo a mais recente sondagem do Eurobarómetro de 2005,[23] 44% dos cidadãos de Luxemburgo responderam que “acreditam que há um Deus”, enquanto 28% responderam que “acreditam que exista algum tipo de espírito ou força vital” e 22% que “eles não acreditam exista qualquer tipo de espírito, deus, ou força vital”.

[editar]Política

Ver artigo principal: Política do Luxemburgo

Luxemburgo é uma democracia parlamentar, liderada por um monarca constitucional. Nos termos da Constituição de 1868, o poder executivo é exercido pelo grão-duque e pelo gabinete, que é composto de vários outros ministros. O governador tem o poder de dissolver o legislativo e restabelecer um novo, enquanto o grão-duque tem aprovação judicial. No entanto, desde 1919, a soberania tem residido na Corte Suprema.[24]

O poder legislativo é investido na Câmara dos Deputados, uma legislatura unicameral de sessenta membros, que são eleitos diretamente para cinco anos a partir de quatro círculos eleitorais. Um segundo corpo, o Conselho de Estado (Conseil d’Etat), composto por vinte e um cidadãos nomeados pelo Grão-Duque, assessora a Câmara dos Deputados na elaboração da legislação.[25]

O Grão-Ducado tem três tribunais inferiores (juízes de paz, em Esch-sur-Alzette, a cidade do Luxemburgo e Diekirch), dois tribunais distritais (Luxemburgo e Diekirch) e um Tribunal Superior de Justiça (Luxemburgo), que inclui o Corte de Justiça e o Corte de Cassação. Há também um Tribunal Administrativo e uma Corte Administrativa, bem como um Tribunal Constitucional, todos os quais estão localizados na capital. O atual chefe do Estado é o Grão-Duque Henrique do Luxemburgo.

Republica Tcheca

      

Pais que tem o maior índice de ateismo ou descrença em Deus de toda a Europa.

DECRETO PROFÉTICO SOBRE REP, TCHECA E POLONIA

Decretamos na autoridade do nome de JESUS que estes dois países, representantes do leste europeu, escravizado e dominado pela espírito comunista, são livres para conhecer aquele que Era, que É e que Há de vir, o Leão da Tribo de Judáh como seu Senhor e Salvador. Profetizamos que igrejas avivadas, homens e mulheres cheios do Espírito Santo de Deus serão levantados nestas terras trazendo grande avivamento a este pedaço de continente, o leste europeu! Decretamos que todo sangue derramado é redimido pelo sangue de Jesus, o primogênito do Pai, e que as cadeias de agnosticismo e ateísmo serão quebradas e o entendimento e revelações de Yeshua virão em profusão sobre este povo! Decretado está sob os céus da Europa em nome de Jesus Cristo, o alfa e o ômega! Amém!

tradução língua theca:

Vyhláška orgán ve jménu Ježíše, že tyto dvě země, zástupci z východní Evropy, zotročil a ovládán komunistickou ducha, mají možnost vědět, kdo byl kdo a kdo je tam přichází, lev z pokoleníJudova jako svého Pána a Salvador. Prorokoval, že oživil kostely,muži a ženy naplněné Božím Duchem bude zvýšen na této zemipřináší velké oživení tohoto kusu kontinentu, východní Evropa!Rozhodl, že vše je vykoupeno krví prolitou krev Ježíše,prvorozeného z Otce, a že řetěz agnosticismu a ateismu se rozdělía pochopení a odhalení Jeshui přijde ve velkém množství na těchtolidí! Se odehrává pod širým nebem v Evropě ve jménu JežíšeKrista, Alfa a Omega! Amen!

A República Checa acedeu à independência em Janeiro de 1993 após a cisão da Checoslováquia em duas Repúblicas independentes. Antes da Segunda Guerra Mundial, a Checoslováquia era um dos dez países mais industrializados do mundo e o único país da Europa Central que continuou a ser uma democracia até 1938.

A capital checa, Praga, é uma cidade milenar de grande riqueza arquitectónica, marcada por diferentes estilos ao longo da história, sendo, por esta razão, escolhida por muitos cineastas para aí rodarem os seus filmes.

A República Checa ou Tcheca (em checo, Česká republika) ou, ainda, Chéquia ouTchéquia (em checo, Česko) é um país da Europa Central, limitado a norte pela Polónia, a leste pela Eslováquia, a sul pela Áustria e a oeste e norte pela Alemanha. A capital do país é Praga. É membro da União Europeia desde maio de 2004.
Em 1º de janeiro de 1993, a Checoslováquia foi dividida em duas por decisão parlamentar. Desde então, a República Checa e a República Eslovaca (Eslováquia) são dois países independentes.

Nacionalidade: tcheca.
Data nacional: 28 de outubro (Independência).
Capital: Praga.
Cidades principais: Praga (1.193.270), Brno (384.727), Ostrava (322.111), Plzen (168.422), Olomouc (103.372) (1999).
Idioma: tcheco (oficial).
Religião: cristianismo 43,9% (católicos 39,1%, protestantes 4,3%, Igreja Ortodoxa 0,2%, outros cristãos 0,3%), sem filiação e ateísmo 39,9%, outras 16,2% (1991).
GEOGRAFIA:
Localização: centro da Europa.
Área: 78.864 km2.
Clima: temperado continental.
Área de floresta: 20 mil km2 (1995).
POPULAÇÃO:
Total: 10,2 milhões (2000), sendo tchecos 94%, eslovacos 3%, outros 3% (1996).
Densidade: 129,34 hab./km2.
População urbana: 75% (1998).
População rural: 25% (1998).
Crescimento demográfico: -0,2% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,19 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 70/77 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 6 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 0% (1990).
IDH (0-1): 0,843 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: República parlamentarista.
Divisão administrativa: 72 distritos.
Principais partidos: Social-Democrata Tcheco (CSSD), Cívico Democrático (ODS), União Democrata-Cristã/do Povo Tchecoslovaco (KDU-CSL).
Legislativo: bicameral – Senado, com 81 membros; Câmara dos Deputados, com 200 membros. Ambos eleitos por voto direto para mandatos de 6 e 4 anos, respectivamente.
Constituição em vigor: 1993.

ECONOMIA:
Moeda: coroa (koruna) tcheca.
PIB: US$ 56,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 4% (1998).
PIB indústria: 39% (1998).
PIB serviços: 57% (1998).
Crescimento do PIB: 0,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 5.150 (1998).
Força de trabalho: 6 milhões (1998).
Agricultura: trigo, beterraba, cevada, batata, lúpulo.
Pecuária: bovinos, suínos, caprinos, aves.
Pesca: 20,9 mil t (1997).
Mineração: carvão, linhito.
Indústria: alimentícia, bebidas, equipamentos de transporte, máquinas, metalúrgica, produtos eletroeletrônicos (domésticos).
Exportações: US$ 26,3 bilhões (1998).
Importações: US$ 28,7 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Alemanha, Eslováquia, Federação Russa, Itália, Áustria, Polônia.
DEFESA:
Efetivo total: 59,1 mil (1998).
Gastos: US$ 1,1 bilhão (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, Otan.
Embaixada: Tel. (61) 3242-7785, fax (61) 3242-7833, e-mail: zu_brasilia@loreno.net – Brasília, DF.

Religião

A República Checa é o país mais secularizado de toda a Europa, apesar de historicamente ser considerado um país católico. O censo de 2001 verificou que 59% da população não têm religião. Apenas 26,8% da população se consideram católica e cerca de 2% são protestantes. 30% dos checos se declaram ateus, enquanto cerca de 50% acreditam em algum tipo de força espiritual, não sendo necessariamente Deus.

Hino Nacional

Kde domov můj? (Onde é o meu lar?)
Letra oficial
Kde domov můj, kde domov můj?
Voda hučí po lučinách,
bory šumí po skalinách,
v sadě skví se jara květ,
zemský ráj to na pohled!
A to je ta krásná země,
země česká domov můj,
země česká domov můj!
Tradução
Onde é meu lar? Onde é meu lar?
Onde a água murmura através das planícies,
Os pinheiros sibilam entre os rochedos,
E a primavera brilha no jardim,
É um paraíso sobre a Terra.
E é esta terra tão bela,
A terra checa, é o meu lar,
A terra checa é o meu lar!

República da Polônia

Bandeira

Brasão de armas

                                                  

DECRETO PROFETICO

tradução língua polonesa:

Władza dekret w imię Jezusa, że te dwa kraje, przedstawicieleEuropy Wschodniej, zniewolonej i zdominowane przez komunistówducha, mają prawo wiedzieć, kto był kim i kto tam przychodzi, Lew z pokolenia Judy, jako swego Pana i Salvador. Prorokował, żenastąpił dopiero kościoły, ludzie napełnieni Duchem Bożym zostaną poruszone na tej ziemi, przynosząc wielkie ożywienie tego kawałkakontynentu, Europy Wschodniej! Dekret, że wszystko zostaje odkupiony przez Krew przelana krew Jezusa, pierworodnego Ojca, iże łańcuch agnostycyzm i ateizm zostanie przerwane i zrozumienie iobjawienie Jeszuy przyjdzie w obfitości na tych ludzi! Jestuchwalona pod niebem Europy w imię Jezusa Chrystusa, Alfa i Omega! Amen!

Não existe um lema oficial, entretanto “BÓG – HONOR – OJCZYZNA” (“Deus – Honra – Pátria”, em polonês), é um lema que aparece em alguns símbolos do país.

República da Polônia, é um país da Europa Centralque limita com a Alemanha a Oeste, com a República Checa e a Eslováquia ao Sul, com a Ucrânia e a Bielorrússia a Leste e com a Lituânia e o exclave russo de Kaliningrado ao Norte. É banhada pelo mar Báltico a Norte; ademais, possui uma fronteira marítima com a Dinamarca e a Suécia. A sua superfície total é de 312.683 km², o que a torna o 68º maior país do mundo. A sua população é de mais de 38,5 milhões de habitantes, concentrados principalmente em grandes cidades como Cracóvia e a capital Varsóvia, o que o torna o 34º país mais populoso do mundo, e um dos mais populosos Estados-membros da União Europeia.

O primeiro estado polaco foi criado em 966, com um território muito semelhante ao da moderna Polônia. Tornou-se um reino em 1025 e, em 1569, fortaleceu uma longa associação com o Grão-Ducado da Lituânia para criar a Comunidade Polaco-Lituana; esta associação desmoronou em 1795, e o território polaco foi dividido entre o Reino da Prússia, o Império da Rússia e a Áustria. O país recuperou sua independência como a Segunda República Polaca, em 1918  após a Primeira Guerra Mundial, mas foi ocupada pela Alemanha Nazi e pela União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial. Durante o período de invasão, o país perdeu cerca de 6 milhões de cidadãos, emergindo anos depois como a República Popular da Polônia, dentro do Bloco do Leste, sob forte influência soviética.

Em 1989, o governo comunista foi derrubado e a Polônia inaugurou a fase informalmente conhecida como “Terceira República Polaca”. Atualmente, a Polônia é uma democracia liberal, membro da União Europeia, da OTAN, da OCDE e da OMC.

Fundação e Idade do Ouro

A Polônia foi fundada em meados do século X, pela dinastia Piast. O primeiro governante polaco historicamente verificado, Mieszko I, foi batizado em 966 e adotou então o catolicismo como religião oficial do seu país. No século XII, a Polônia fragmentou-se em diversos Estados menores, que foram posteriormente devastados pelos exércitos mongóis da Horda Dourada em 1241, 1259 e 1287. Em 1320, Ladislau I tornou-se rei de uma Polônia reunificada. Seu filho, Casimiro III, é lembrado como um dos maiores reis polacos da história. A Peste Negra, que afetou grande parte da Europa de 1347 a 1351, não chegou à Polônia.

Sob a dinastia Jaguelônica, a Polônia forjou uma aliança com seu vizinho, o Grão-Ducado da Lituânia. Começou então, após a União de Lublin, uma idade do ouro que se estendeu ao longo do século XVI e que deu origem à Comunidade Polaco-Lituana.  A szlachta (nobreza) da Polônia, muito mais numerosa do que nos países da Europa Ocidental, orgulhava-se de suas liberdades e de seu sistema parlamentar. Durante este período próspero, a Polônia expandiu as suas fronteiras de modo a tornar-se o maior país da Europa.

As partilhas da Polônia

Em meados do século XVII, uma invasão sueca (o chamado “Dilúvio”) e a revolta cossaca de Chmielnicki, que devastaram o país, marcaram o final da idade do ouro.http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%B3nia – cite_note-8 A gradual deterioração da Comunidade, que passou de potência europeia a uma situação de quase anarquia controlada pelos vizinhos, foi marcada por diversas guerras contra a Rússia e pela ineficiência governamental causada pelo Liberum Veto (segundo o qual cada um dos membros do parlamento tinha o direito de dissolvê-lo e de vetar projetos de lei). As tentativas de reformas foram frustradas pelas três partilhas da Polônia (1772,1793 e 1795) que condenaram o país a desaparecer do mapa e seu território a ser dividido entre Rússia, Prússia e Áustria.

Os polacos ressentiram-se desta situação e rebelaram-se em diversas ocasiões contra as potências que partilharam o país, em especial no século XIX. Em 1807, Napoleão restabeleceu um Estado polaco, o Ducado de Varsóvia, mas em 1815, após as guerras napoleônicas, o Congresso de Viena tornou a partilhar o país. A porção oriental coube ao tsar russo, e era regida por uma constituição liberal. Entretanto, os tsares logo trataram de restringir as liberdades polacas e a Rússia terminou por anexar de fato o país. Posteriormente no século XIX, a Galícia (então governada pela Áustria) e, em particular, a Cidade Livre de Cracóvia, tornaram-se um centro da vida cultural polaca.

A reconstituição da Polônia

Durante a Primeira Guerra Mundial, os Aliados concordaram em restabelecer a Polônia, conforme o ponto 13 dos Catorze Pontos do presidente norte-americano Woodrow Wilson. Pouco depois do armistício alemão de novembro de 1918, a Polônia recuperou sua independência, numa fase histórica conhecida como “Segunda República Polaca”. A independência foi reafirmada após uma série de conflitos, em especial a Guerra Polaco-Soviética (1919-1921), quando a Polônia infligiu uma derrota acachapante ao Exército Vermelho.

O golpe de Maio de 1926, por Józef Piłsudski, entregou as rédeas da república polaca ao movimento Sanacja (uma coalizão em busca da “limpeza moral” da política do país). Este movimento controlou a Polônia até a eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 1939, quando tropas nazistas (em 1º de Setembro) e soviéticas (em 17 de Setembro) invadiram o país. Varsóviacapitulou em 28 de Setembro. Conforme o Pacto Ribbentrop-Molotov, a Polônia foi partilhada em duas zonas, uma ocupada pela Alemanha e outra, a leste, ocupada pela União Soviética.

De todos os países envolvidos na guerra, a Polônia foi o que mais perdeu em vidas, proporcionalmente à população total: mais de seis milhões de habitantes morreram, metade deles judeus. Foi da Polônia a quarta maior contribuição em tropas para o esforço de guerra aliado, após a URSS, o Reino Unido e os EUA. Ao final do conflito, as fronteiras do país foram movidas na direção Oeste, de modo a levar a fronteira oriental para a linha Curzon. Entrementes, a fronteira ocidental passou a ser a linha Óder-Neisse. A nova Polônia emergiu 20% menor em território (menos 77.500 km²). O redesenho dos limites forçou a migração de milhões de pessoas, principalmente polacos,alemães, ucranianos e judeus. O país foi um dos que mais sofreram com o Holocausto nazista

A Polônia do pós-guerra

A União Soviética instituiu um novo governo comunista na Polônia, semelhante ao do restante do bloco soviético, o que levou a um alinhamento militar com o Pacto de Varsóvia ao longo da Guerra Fria.[10] Em 1948, instalou-se um regime totalitário de molde estalinista. A República Popular da Polônia (Polska Rzeczpospolita Ludowa) foi oficialmente proclamada em 1952. Em 1956, o regime de Władysław Gomułka tornou-se temporariamente mais liberal, ao libertar diversas pessoas da prisão e aumentar algumas liberdades individuais, situação que se repetiu nos anos 1970 com Edward Gierek, embora persistisse a perseguição contra a oposição aos comunistas.

As agitações trabalhistas de 1980 levaram à formação do sindicato independente “Solidariedade” (Solidarność) que, com o tempo, tornou-se uma força política. Em1989, venceu as eleições parlamentares. Lech Wałęsa, um candidato do Solidariedade, venceu as eleições presidenciais em 1990. O movimento Solidariedade prenunciou o colapso do comunismo na Europa Oriental.

Dias atuais

Um programa econômico de choque conduzido por Leszek Balcerowicz no início dos anos 1990 dotou o país de uma economia de mercado. Apesar de retrocessos temporários em índices sociais e econômicos, a Polônia foi o primeiro país pós-comunista a atingir o seu nível de PIB pré-1989. Os direitos individuais foram ampliados, como a liberdade de expressão. Em 1991, a Polônia tornou-se membro do Grupo de Visegrád; em 1999, da OTAN, juntamente com a República Checa e a Hungria. A Polônia aderiu à União Europeia em 1 de Maio de 2004.

Religião

A população da Polônia é maioritariamente cristã com 91,4% dos polacos a seguirem o Cristianismo, na sua maioria católicos correspondendo a 89,8% da população (cerca de 75% dos quais são católicos praticantes) , seguem-se os ortodoxos que são 1,3% e os protestantes que são 0,3%. Outras religiões são praticadas por 0,3% da população e ainda a religião de 8,3% da população é desconhecida. A informação é de 2002 e é divulgada pelo CIA- The World Factbook.

Segundo o site www.catholic-hierarchy.org em 2004 o número de católicos na Polónia correspondia a 94,34% da população o que revela um aumento face a 2002.

Religiões na Polónia do século XVI ao século XX.

Anos

Católicos

Greco-católicos

Protestantes

Ortodoxos

1596 40% 45% 8% A maioria aceita a união com a Igreja Católica
1923 64% – 19 milhões 11% – 3,1 milhões 3,2% – 0,9 milhões 11% – 3,2 milhões
2002 96% – 37 milhões 0,2% – 0,1 milhões 2,4% – 0,7 milhões 0,5% – 0,25 milhões

População

– Estimativa de 2011  38 441 588 hab.

– Censo 2002         38 530 080 hab.

– Urbana 31 079 295 hab.

– Densidade           122 hab./km²

PIB (base PPC)       Estimativa de 2010:

– Total     US$ 721,31 bilhões

– Per capita            US$ 18.837

Locais turísticos:

Cracóvia; Auschwitz; Varsóvia.

Hino Nacional (tradução)

A Polônia ainda não pereceu
Pois nós vivemos aqui
Por mais que a força estrangeira a tome de nós
Nós a reconquistaremos com o sabre

Marche, marche, Dabrowski
Da Itália para a Polônia
Sob sua liderança
Nós uniremos a nação

Nós iremos através de Wisla e Warta,
Nós seremos o povo polônes
Bonaparte nos mostrou
Como deveríamos vencer

Marche, marche, Dabrowski…

De Czarnecki para Poznan
Depois da ocupação escocesa
Para salvar nossa Pátria
Nós retornaremos através do mar

Marche, marche, Dabrowski…

Fala de pai para Basia
“Escute, eu ouço falar de nosso desempenho
nos tambores militares”

Marche, marche, Dabrowski…

Reino Unido, Grã Bretanha ou Inglaterra

 

análise sociológica e espiritual

Realidade espiritual

A Inglaterra sempre teve papel fundamental influenciando o mundo ocidental. Como colonizadores da América do Norte (EUA), a influência foi direta, passando a estes o legado protestante. Diz-se que o fator primordial de os EUA serem o que são, a maior potência mundial da modernidade, deve-se ao fato de seus fundadores, colonizadores terem exercido sua fé incondicional em Deus. A Grã-Bretanha tem histórico de prosperidade nas áreas econômica e política.

Os ingleses são muito prósperos e a Grã-Bretanha está entre as nações mais ricas da Europa e uma das mais ricas do mundo, com PIB elevadíssimo e IDH também elevado.

No mundo espiritual muitos avivalistas saíram da Inglaterra, talvez os maiores dos séculos 18 e 19, isto trouxe uma boa herança ao evangelho em todo o mundo moderno.

Mas, como toda a Europa e seguindo a tendência mundial, este país também decresce em sua fé e serviço a Deus. As novas gerações tem perdido sua devoção a Deus e como todo restante da Europa, a Inglaterra também tem se afundado no agnosticismo e ateísmo.  Também como outros vários países europeus tem recebido milhares de imigrantes advindos da Ásia, África e Oriente, como indianos, marroquinos, turcos, enfim são povos muçulmanos que tem exercido certa influência em sua religiosidade.

A língua inglesa é a mais falada no mundo moderno, e este fator faz dos países que tem este idioma preponderantes na propagação do evangelho. Orar pela Inglaterra torna-se primordial e estratégico. Lá foi palco de muito avivamentos que incendiaram o mundo todo, então existem muitos fatores redentivos pelos quais precisamos investir nosso clamor.

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos em nome do Senhor Jesus Cristo, que a Grã- Bretanha, País de Gales, Irlanda do Norte, Escócia e Inglaterra, experimentarão novamente e em nível ainda maior a chama viva do Espírito Santo de Deus. Profetizamos que as futuras gerações terão um encontro com Deus, e serão avivadas pelo poder do Espírito Santo. Decretamos que esta nação formada pelos seus países serão influentes na evangelização mundial e usados tremendamente por Deus para levarem novamente a Palavra viva do Reino de Deus às nações da terra. Decretamos em nome de Jesus e pela fé trazemos a existência um forte avivamento neste lugar!

tradução inglês:

Decree in the name of the Lord Jesus Christ, that Great Britain,Wales, Northern Ireland, Scotland and England, again andexperience level to even greater flame of the Holy Spirit of God.Prophesied that future generations will have an encounter with God,and will be enlivened by the Holy Ghost. Decreed that this nation will be formed by their countries influential in world evangelization and used greatly by God to bring back the living Word of God’s Kingdom to the nations of the earth. Decree in the name of Jesus and by faith we bring the existence of a strong revival in this place!
 
 DADOS PRINCIPAIS

Formado por: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte

Bandeiras (na sequência):

Reino Unido   Escócia    País de Gales    Irlanda do Norte   Inglaterra        Brasão

                      

ÁREA: 243.610 km²

CAPITAL: Londres (situada na Inglaterra)
POPULAÇÃO: 62,04 milhões (estimativa 2010)
MOEDA: libra esterlina
NOME OFICIAL
: REINO UNIDO DA GRÃ-BRETANHA E IRLANDA DO NORTE (United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland).
NACIONALIDADE: britânica
DATA NACIONAL: primeira quinzena de junho (aniversário da rainha).

GEOGRAFIA DO REINO UNIDO

LOCALIZAÇÃO: oeste da Europa
FUSO HORÁRIO: + 3 horas em relação à Brasília
CLIMA DO REINO UNIDO
: temperado oceânico.
CIDADES DO REINO UNIDO (PRINCIPAIS)
: Londres, Birmingham, Leeds, Glasgow, Sheffield, Manchester, Cardiff, Belfast, Dublin.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO:
ingleses 82%, escoceses 10%, irlandeses 2%, galeses 2%, outros 4% (1996). (censo de 1996).

IDIOMAS: inglês (oficial), galês (País de Gales), gaélico (Irlanda do Norte e Escócia)

RELIGIÃO: cristianismo 80% (católicos 21%, anglicanos 20%, presbiterianos 14%, metodistas 5%, batistas 3%, outros cristãos 17%), islamismo 11%, sikhismo 4%, hinduísmo 2%, judaísmo 1%, outras 2%

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 254,5 hab./km2.

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0,2% ao ano (1995 a 2000).

TAXA DE ANALFABETISMO: menor do que 5% (2000).

RENDA PER CAPITA: US$ 35.334 (estimativa 2009)

IDH: 0,863 (Pnud 2011) – desenvolvimento humano muito alto

ECONOMIA DO REINO UNIDO :
Produtos Agrícolas:
trigo, cevada, batata, beterraba.
Pecuária: bovinos, ovinos, suínos.
Mineração: carvão, gás natural, petróleo, calcário.
Indústria
: : alimentícia, equipamentos de transporte, máquinas (não elétricas), química, metalúrgica.
PIB: US$ 2,18 trilhões (estimativa 2009)

Governo e política

O Reino Unido é uma monarquia constitucional com Rainha Elizabeth II como chefe de Estado; o monarca do Reino Unido também atua como chefe de Estado de outros quinze países da Commonwealth, colocando o Reino Unido em uma união pessoal com aqueles outros países. A Coroa tem soberania sobre a Ilha de Man e os Bailiados de Jersey e Guernsey. Em conjunto, estes três territórios são conhecidos como as dependências da Coroa. O Parlamento do Reino Unido tem autoridade para legislar sobre as dependências, e o governo britânico cuida das relações exteriores e da defesa das dependências.

O Reino Unido tem um governo parlamentar baseado em fortes tradições: o Sistema de Westminster, foi copiado em todo o mundo – um legado do Império Britânico. A Constituição do Reino Unido governa o quadro jurídico do país, e é composto principalmente de fontes escritas, incluindo estatutos, jurisprudência, e tratados internacionais O Reino Unido é um dos três países no mundo de hoje que não tem uma Constituição codificada (sendo os outros dois a Nova Zelândia e Israel ). A posição de Primeiro-ministro, chefe de governo do Reino Unido, pertence ao membro do Parlamento que consegue a confiança da maioria na Câmara dos Comuns, normalmente o actual líder do partido político com maior representação nessa câmara. O Primeiro-Ministro e o Gabinete são formalmente nomeados pelo monarca para formar o Governo de Sua Majestade. Entretanto o Primeiro-ministro é quem escolhe o Gabinete, e por convenção, a Rainha respeita a escolha do Primeiro-Ministro.

Parlamento do Reino Unido, que reúne-se no Palácio de Westminster é a autoridade legislativa máxima no Reino Unido. Ele é constituído por duas câmaras: uma Câmara dos Comuns, eletiva, e uma Câmara dos Lordes, nomeada, e qualquer projeto de lei aprovado exige o parecer favorável da Rainha para tornar-se lei. O parlamento devolvido na Escócia e as assembléias devolvidas na Irlanda do Norte, e País de Gales foram criadas após a aprovação pública, expressa através de referendos, mas estas não são entidades soberanas e podem ainda serem suprimidas pelo parlamento britânico.

As questões sobre soberania têm sido apresentadas devido à adesão do Reino Unido à União Européia.

Religião

O tratado da União, que levou à formação do Reino Unido assegurou que haveria uma sucessão protestante, bem como uma ligação entre a Igreja e o Estado, que ainda permanece.

Na Inglaterra, o maior grupo religioso é a igreja da Inglaterra(anglicana), estatal, sendo o monarca o chefe da igreja, A igreja catolica é a segunda maior igreja na Inglaterra e no País de Gales. As igrejas pentecostais possuem a terceira maior frequencia.

Na Escocia a igreja nacional é a presbiteriana, não está sujeita ao estado, e a segunda maior igreja da escócia é a igreja catolica.

A Igreja no País de Gales é secular, mas permanece na Comunhão Anglicana. A União Batista de Gales, a Metodista e a Igreja Presbiteriana do País de Gales estão presentes em Gales também.

Na Irlanda do Norte os protestantes e anglicanos são maioria em geral, mas a igreja catolica é a maior igreja unica.

Avivalistas britânicos: John wycliffe arauto da reforma (1320-1387)

John weslley (1700)

George Whitefield (1720-1770)

Charles Spurgeon (1800)

David Martin Lloyd Jones (1920-1980)

Hino nacional

God save our gracious Queen,
Long live our noble Queen,
God save the (our) Queen.
Send her victorious,
Happy and glorious,
Long to reign over us:
God save the Queen.O Lord, our God, arise,
Scatter thine (or her) enemies,
And make them fall.
Confound their politics,
Frustrate their knavish tricks,
On thee our hopes we fix:
God save us all.Thy choicest gifts in store,
On her be pleased to pour;
Long may she reign:
May she defend our laws,
And ever give us cause
To sing with heart and voice)
God save the Queen.Not in this land alone,
But be God’s mercies known,
From shore to shore!
Lord make the nations see,
That men should brothers be,
And form one family,
The wide world over.From every latent foe,
From the assassins blow,
God save the Queen!
O’er her thine arm extend,
For Britain’s sake defend,
Our mother, prince, and friend,
God save the Queen!Lord grant that Marshal Wade
May by thy mighty aid
Victory bring.
May he sedition hush,
And like a torrent rush,
Rebellious Scots to crush.
God save the Queen!
Deus salve nossa graciosa Rainha,
Longa vida à nossa nobre Rainha,
Deus salve a (nossa) Rainha;
Que a faça vitoriosa,
Feliz e gloriosa,
Que tenha um longo reinado sobre nós
Deus salve a Rainha.Ó Deus, nosso Deus, vem
Dispersa seus inimigos
E faze-os cair.
Confunde sua política,
frustra seus truques fraudulentos
Em ti depositamos nossa esperança
Deus salve a todos nós.Os melhores presentes na loja;
Que seja agradável dar-lhe
Que seu reinado seja longo;
Que ela defenda nossas leis,
E sempre dê-nos motivo
De cantar com coração e voz
“Deus salve a Rainha!”Não apenas neste país,
Mas seja a misericórdia de Deus conhecida
De costa a costa!
Senhor, faça com que as nações vejam,
Que os homens devem ser irmãos,
E formarem uma só família,
Por todo o mundo.A todo inimigo latente,
e a todos os assassinos, afaste,
Deus salve a Rainha!
Sobre ela, estenda seu braço,
Pela causa britânica, defenda,
Nossa mãe, príncipe (princesa), e amigo(a),
Deus salve a Rainha!Que Deus permita que o Marechal Wade
possa, com auxílio todo-poderoso,
trazer a vitória.
Possa ele silenciar a sedição,
E como uma torrente, varrer,
Os rebeldes escoceses até os esmagar.
Deus salve a Rainha!

Holanda, análise sociológica e espiritual

       

Holanda    (The Netherlands)

Lema: “Ik zal handhaven” (neerlandês)
Je maintiendrai (francês)
(“Eu manterei”)

Capital: Amsterdã, Haia (sede do governo)

Realidade espiritual

Trata-se de um pais estratégico a nível mundial, devido a ter em Haia o tribunal de direito internacional da ONU (O Tribunal Internacional de Justiça ou Corte Internacional de Justiça é o principal órgão judiciário da Organização das Nações Unidas. Tem sede em Haia, nos Países Baixos. Por isso, também costuma ser denominada como Corte da Haia ou Tribunal da Haia.  Sua sede é o Palácio da Paz.

Os Holandeses foram missionários, inclusive chegaram ao Brasil.  A presença do calvinismo no Brasil remonta ao século XVI. Ministros religiosos, enviados a partir da recomendação do próprio João Calvino, chegaram ao país durante a tentativa de colonização francesa conhecida como França Antártica. No século seguinte, durante a invasão holandesa, uma Igreja Reformada chegou a ser organizada (com vários presbitérios) no Nordeste brasileiro.

O santo católico na Holanda – Plechelm (Plechelm de Guelderland) é um santo na Igreja Católica Romana e um santo padroeiro da Holanda . Plechelm, também Pleghelm ou Plechelmus era um beneditino mongeque viajou para Roma com St. Wiro e St. Otger . Tornou-se missionário na Northumbria eHolanda e morreu em St. Odiliënberg. A basílica em Oldenzaal na Holanda é dedicado a ele desde 954.

Conhecido como um país neo-liberal principalmente em relação as drogas, uma vez que em Amsterdã a Maconha é liberada e também o turismo sexual. O percentual de cristãos é 54%, sendo que 33% é de católicos, e, o percentual de não religiosos ou ateus é quase 39%.

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos na autoridade do Nome de Jesus a redenção da terra Holandesa, pois Jesus derramou seu precioso sangue na cruz do calvário pelos holandeses, por cada vida, por cada geração. Pedimos perdão por todo sangue derramado em todas as épocas, pedimos perdão por toda iniquidade praticada. Clamamos que o sangue de Jesus seja derramado no reino espiritual, limpando toda culpa. Pedimos pr avivamento nesta nação, que haja o levantar de uma geração comprometida com o Reino de Deus. Decretamos que haja temor de Deus por parte do corpo integrante do tribunal de Haia, que haja observância dos princípios da Palavra de Deus. Decretamos que a Holanda voltará a ser uma nação dirigida pela Bíblia, como diz a letra de seu hino:

‘Meu escudo e lealdade
És Tu, oh Senhor Meu Deus
Sobre Ti construirei
Nunca Me abandones
Para que eu continue forte
Teu servo sempre
Afastar a tirania
Que apunhala meu coração.

Que esta letra seja uma verdade na vida dos holandeses, em nome de Jesus Cristo, decretado está no reino do espírito, Amém!

Tradução para Holandes:

profetische besluit:

Decreet op het gezag van de Naam van Jezus voor de verlossingvan het land Nederlandse, omdat Jezus Zijn kostbaar bloed te vergieten op het kruis van Golgotha door de Nederlandse, voorelk leven, elke generatie. Onze excuses voor het bloedvergietente allen tijde, we vragen vergeving voor beoefend alle ongerechtigheid. We noemen dat het vergoten bloed van Jezusis in de geestelijke wereld, het schoonmaken van alle schuld te geven. We pr opleving in dit land, is er de opkomst van een generatie inzetten voor het Koninkrijk van God. Verordende dater angst van God op het deel van het lichaam lid van het tribunaal in Den Haag, dat er overeenstemming met de beginselen van Gods Woord. Verordende dat Nederland weer een land geleid door de Bijbel, als de tekst van zijn lied,

“Mijn schild en loyaliteit
U, o Heer, mijn God
Je bouwt voort op
Nooit in de steek Me
Voor dat ik sterk blijven
Uw dienaar ooit
Weg van de tirannie
Dat steekt mijn hart.
Dat deze brief is een feit van het leven in het Nederlands, in de naam van Jezus Christus, speelt zich af in het rijk van de geest,Amen!

Dados Principais:

Nome oficial: Reino da Holanda (Koninkrijk der Nederlanden).
Nacionalidade: neerlandesa.
Data nacional: 30 de abril (aniversário da Rainha).
Capital: Amsterdã, Haia (sede do governo).
Cidades principais: Amsterdã (715.148), Roterdã (589.987), Haia (442.159), Utrecht (233.951), Eindhoven (197.766) (1997).
Idioma: neerlandês.
Religião:
cristianismo 54% (católicos 33%, Igreja Reformista Holandesa 14%, calvinistas 7%), islamismo 4,1%, hinduísmo 0,5%, sem filiação 39%, outras 2,4% (1995).

GEOGRAFIA:
Localização:
oeste da Europa.
Hora local:
+4h.
Área:
41.526 km2.

POPULAÇÃO:
Total: 15,8 milhões (2000), sendo neerlandeses 96%, indonésios, guianeses e outros 4% (1996).
Densidade:
 380,48 hab./km2.
População urbana:
89% (1998).
População rural:
11% (1998).
Crescimento demográfico:
0,4% ao ano (1995-2000).
Fecundidade:
1,5 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F:
75/81 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil:
6 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo:
não há.
IDH (0-1):
0,925 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo:
Monarquia parlamentarista.
Divisão administrativa:
12 províncias.
Legislativo:
 bicameral – Primeira Câmara, com 75 membros eleitos por voto indireto pelos 12 conselhos provinciais; Segunda Câmara, com 150 membros eleitos por voto direto. Ambas com mandato de 4 anos.
Constituição em vigor:
1983.

ECONOMIA:
Moeda:
Euro.
PIB:
 US$ 381,8 bilhões (1998).
PIB agropecuária:
3% (1998).
PIB indústria:
27% (1998).
PIB serviços:
70% (1995).
Crescimento do PIB:
2,6% ao ano (1990-1998).
Renda per capita:
 US$ 24.780 (1998).
Força de trabalho:
7 milhões (1998).
Agricultura:
beterraba, batata, cereais, legumes e verduras, frutas, flores e bulbos.
Pecuária:
bovinos, ovinos, suínos, aves.
Pesca:
550 mil t (1997).
Mineração:
gás natural, petróleo.
Indústria:
alimentícia, máquinas, química.
Exportações:
 US$ 198,6 bilhões (1998).
Importações:
 US$ 153 milhões (1998).
Principais parceiros comerciais:
Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido, EUA, França.

DEFESA:
Efetivo total:
57,2 mil (1998).
Gastos:
 US$ 6,6 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações:
 Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, Otan, UE.

Hino Nacional Holandes

Het Wilhelmus(lit. “O Guilherme”) é o hino nacional dos Países Baixos, o mais antigo hino nacional em uso no mundo. Como muitos hinos, o Het Wilhelmus se originou com a luta da nação para conquistar sua independência. Sua letra fala sobre Guilherme de Orange (Willem van Oranje), sua vida e sobre o porquê dele estar combatendo Filipe, rei da Espanha. O texto e a melodia da canção são surpreendentemente pacíficos para um hino nacional; o Wilhelmus deriva seu nome da primeira palavra da canção, enquanto a introdução original do texto no Geuzenliedboek’ falava de “uma nova canção cristã” (“een nieu Christelijck Liedt”).

Letra:

Em cerimônias formais, usualmente apenas a primeira estrofe é cantada. Às vezes a sexta estrofe é cantada também, junto com a primeira.

Esta é a primeira estrofe no original, usando a ortografia holandesa moderna:

Wilhelmus van Nassauwe
ben ik, van Duitsen bloed,
den vaderland getrouwe
blijf ik tot in den dood.
Een Prince van Oranje
ben ik, vrij onverveerd,
den Koning van Hispanje
heb ik altijd geëerd.

Traduzir esta estrofe é difícil, pois quase todas as linhas tem várias interpretações possíveis. Eis uma tradução crua, baseada na tradução da versão inglesa deste artigo. Atentar para a palavra “Duitsen” que significa “Alemão” e não “Holandês”(Nederlandsen) como muitos traduzem.

Guilherme de Nassau,
Eu sou, de sangue alemão
Leal à pátria-mãe
Serei até morrer
Um príncipe de Orange
Eu sou, livre e sem medo
O rei da Espanha
Eu sempre honrei

A sexta estrofe, que às vezes é cantada, também, é a que segue:

Mijn schild ende betrouwen
zijt Gij, o God mijn Heer
op U zo wil ik bouwen
Verlaat mij nimmermeer
Dat ik doch vroom mag blijven
uw dienaar t’aller stond
de tirannie verdrijven
die mij mijn hart doorwondt

Eis uma tradução possível.

Meu escudo e lealdade
És Tu, oh Senhor Meu Deus
Sobre Ti construirei
Nunca Me abandones
Para que eu continue forte
Teu servo sempre
Afastar a tirania
Que apunhala meu coração

História da região:

Pré-história:

Os Países Baixos têm sido habitados desde a última glaciação; os vestígios mais antigos encontrados têm uma antiguidade de 100 000 anos, quando o país possuía um clima de tundra com uma vegetação muito escassa. Seus primeiros povoadores eram caçadores-coletores. Ao final da Era do Gelo a área passou a ser habitada por vários grupos paleolíticos. Um destes grupos fabricava inclusive canoas (6500 a.C.) A agricultura chegou por volta do ano de 5000 a.C. porém somente foi praticada nas planícies do extremo sul do país (Limburgo do Sul). Os coletores-caçadores da cultura Swifterbant estiveram presentes a partir de 5600 a.C. Eles desenvolveram uma sociedade agrícola entre 4300-4000 a.C. Os primeiros restos notáveis da Pré-História foram os dólmens que foram encontrados na província de Drente, e foram provavelmente construídos pelas pessoas pertencentes à cultura de Funnelbeaker entre 4100 e 3200 a.C.

Período Romano

No século I a.C., os romanos conquistaram a parte sul do país, onde criaram a província da Germânia Inferior. Os romanos foram os primeiros a construir cidades no país, como Utrecht, Nimega e Maastricht. Na época da ocupação romana, que se mantém até ao século IV, a região dos Países Baixos era povoada por tribos célticas e germânicas. Os Saxões estabelecem-se a leste dos futuros Países Baixos e os Francos ocuparam os territórios meridionais.

Idade média

A cristianização só se completa no final do século VIII, com a submissão destes povos à Carlos Magno. A administração carolíngia permite o desenvolvimento da atividade económica, enquanto nasce uma indústria têxtil.

Idade Moderna

No reinado de Carlos V, Sacro Imperador Romano e rei da Espanha, a região era parte das Dezessete Províncias dos Países Baixos, abrangendo a maior parte do que hoje é a Bélgica. À proclamação da independência (União de Utrecht, 1579; abjuração da soberania espanhola, 1581), no reinado de Filipe II, seguiu-se a guerra de independência. A assinatura, sob Filipe IV, do Tratado de Münster pôs fim à Guerra dos Oitenta Anos. O império espanhol reconheceu a República Holandesa dos Países Baixos Unidos, governados pela casa de Orange-Nassau e os Estados Generais, que anteriormente foram uma província do império espanhol. Os Países Baixos tornaram-se assim a primeira nação europeia a assumir uma forma de governo republicana.

Ainda que o novo Estado exercesse autonomia apenas sobre as províncias do norte, a República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos desenvolveu-se e tornou-se uma das mais importantes potências navais e econômicas do século XVII. Neste período, conhecido como o Século de Ouro, os Países Baixos estenderam suas redes comerciais por todo o planeta, estabelecendo colônias em lugares tão distantes quanto Java e o nordeste brasileiro (Brasil neerlandês).

Eclipsada pela ascensão britânica durante o século XVIII, a região foi mais tarde incorporada ao império francês sob Napoleão Bonaparte. Após o Congresso de Viena (1815), o Reino Unido dos Países Baixos foi criado, incluindo os atuais Bélgica e Luxemburgo. A Bélgica conseguiu sua independência em 1830; o Luxemburgo, que seguia regras sucessórias distintas, seguiu seu próprio caminho após a morte do rei Guilherme III. Já no século XIX, os Países Baixos industrializaram-se mais lentamente do que os países vizinhos.

Idade contemporânea 

Embora tenham se mantido neutros durante a I Guerra Mundial, os Países Baixos foram fortemente envolvidos na guerra.Alfred von Schlieffen tinha originalmente planejado invadir os Países Baixos, enquanto avançava pela França, no Plano Schlieffen original. Isso foi alterado por Helmuth von Moltke, o Jovem, a fim de manter a neutralidade neerlandesa. Mais tarde, durante a guerra, a neutralidade neerlandesa provou ser essencial para a sobrevivência alemã, até o bloqueio integrado pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha em 1916, quando a importação de mercadorias através dos Países Baixos já não era possível. No entanto, os neerlandeses foram capazes de manterem-se neutros durante a guerra usando a sua diplomacia e sua capacidade de negociar.[17]

Já na Segunda Guerra Mundial o país foi ocupado pela Alemanha Nazi em maio de 1940, sendo libertado somente em 1945. No pós-guerra, a economia reergueu-se, e o país ingressou em organizações como o Benelux, a Comunidade Económica Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Sediando, em Maastricht, a assinatura do Tratado da União Europeia, o país foi um de seus membros fundadores, e aderiu ao euro em 1999, com a moeda em circulação a partir de 2002.


política

Os Países Baixos são uma monarquia constitucional desde 1815, tendo antes disso sido uma república, de 1581 a 1806 (foi ocupada pela França entre 1806 e 1815).

O Chefe de Estado é, desde 1980, a Rainha Beatriz de Orange-Nassau. É ela que nomeia formalmente os membros do governo. Na prática, uma vez conhecidos os resultados das eleições parlamentares, forma-se um governo de coligação (num processo que pode demorar vários meses), após o que o governo constituído desta forma é oficialmente nomeado pela rainha. O chefe do governo é o primeiro-ministro ou Ministro Presidente, que é também, geralmente, o líder do maior partido da coligação.

O parlamento consiste de duas câmaras. As eleições para os 150 membros da Câmara Baixa (Tweede Kamer, ou Segunda Câmara) têm lugar de quatro em quatro anos, ou a intervalos menores caso a Câmara Baixa aprove uma moção de desconfiança contra o governo. O Senado, menos importante (Eerste Kamer, ou Primeira Câmara) é escolhido de quatro em quatro anos depois das eleições provinciais, pelos membros dos parlamentos provinciais recém-eleitos. Em conjunto, as duas câmaras são conhecidas como os Staten Generaal, ou Estados Gerais.

Os cientistas políticos consideram os Países Baixos um clássico exemplo de um estado consociacional.

Consociacional

Em ciência política, chama-se um Estado consociacional o que tem as principais divisões internas de origem étnica, religiosa ou lingüística, mas ele consegue manter-se estável devido a acordos entre as elites, representando cada grupo social.

Bélgica, análise sociológica e espiritual

27 jan

BÉLGICA

Koninkrijk België
Royaume de Belgique
Königreich Belgien

Reino da Bélgica

Bandeira

Brasão de armas

Lema: Neerlandês: Eendracht maakt macht
Francês: L’union fait la force
Alemão: Einigkeit macht stark
(“A União faz a força”)

 

Realidade espiritual

Atualmente o teísmo está perdendo a prevalência na Europa em favor do ateísmo e a religião vem perdendo campo para o secularismo. Países europeus tem experimentado um declínio acentuado na porcentagem de pessoas que frequentam a igreja, bem como no número de pessoas que professam crença num deus.

Notou-se um decréscimo na religiosidade na Europa ocidental (especialmente Bélgica, França, Alemanha,Holanda e Suécia).

O santo católico padroeiro é São José.

Hino

Bélgica O, O querida mãe,
Para você, o nosso coração, nossos braços para você,
Para você, o nosso sangue, ó Pátria!
Nós juramos que tudo, você vai viver!
Você vai viver sempre grande e bonita
E sua unidade invencível
O lema será imortal:
O Rei, Direito, Liberdade! (3 x)

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos na autoridade do Nome de Jesus a redenção da terra Belga, pois Jesus derramou seu precioso sangue na cruz do calvário pelos Belgas, por cada vida, por cada geração. Pedimos perdão por todo sangue derramado em todas as épocas, pedimos perdão por toda iniquidade praticada. Clamamos que o sangue de Jesus seja derramado no reino espiritual, limpando toda culpa. Pedimos por avivamento nesta nação, que haja o levantar de uma geração comprometida com o Reino de Deus. Decretamos que haja temor de Deus por parte do corpo integrante da OTAN e que o avivamento de Deus venha sobre esta nação. Em nome de Jesus!

Tradução para Francês:

Décret relatif à l’autorité du Nom de Jésus pour la rédemption de la terre belge, parce que Jésus a versé son sang précieux sur la croix du Calvaire par les Belges, pour chaque vie, chaque génération. Nous nous excusons pour toute effusion de sang en tout temps, nous demandons pardon pour toute iniquitépratiquée. Nous appelons cela le sang versé de Jésus est dans le domaine spirituel, le nettoyage tout le blâme. Nous lançons un appel pour la renaissance de cette nation, il ya la montée d’une génération engagée pour le Royaume de Dieu. Décrété qu’il yala crainte de Dieu la part du membre du corps de l’OTAN et la relance de Dieu venu sur cette nation. Au nom de Jésus!

A Bélgica (em neerlandês België, francês Belgique e alemão Belgien), oficialmenteReino da Bélgica, é um país situado na Europa ocidental. É membro fundador daUnião Europeia e hospeda sua sede, bem como as de outras grandes organizações internacionais, incluindo a OTAN.[3] A Bélgica tem uma área de 30.528 quilômetros quadrados e uma população de cerca de 10,7 milhões de habitantes.

Ocupando a fronteira cultural entre a Europa germânica e a Europa latina, a Bélgica é o lar de dois principais grupos linguísticos: os flamengos, falantes do holandês, e osvalões, que falam francês, além de um pequeno grupo de pessoas que falam a língua alemã. As duas maiores regiões da Bélgica são a região de língua holandesa deFlandres, no norte, com 59% da população e a região francófona da Valónia, no sul, habitada por 31% dos belgas. A Região de Bruxelas, oficialmente bilíngue, é umenclave de maioria francófona na Região flamenga e tem 10% da população.[4] Uma pequena comunidade de língua alemã existe no leste da Valónia.[5] A diversidade linguística da Bélgica e conflitos políticos e culturais são refletidos na história políticae no complexo sistema de governo do país.[6][7]

O nome “Bélgica” é derivado de Gallia Belgica, uma província romana na parte setentrional da Gália, que era habitada pelos Belgae, uma mistura de povos Celtas eGermânicos.[8][9] Historicamente, Bélgica, Holanda e Luxemburgo eram conhecidos como os Países Baixos, nome utilizado para designar uma área um pouco maior do que o atual grupo de países chamado Benelux. Do final da Idade Média até o século XVII, o país era um próspero centro de comércio e cultura. A partir do século XVI até aRevolução Belga em 1830, muitas batalhas entre as potências europeias foram travadas na área da atual Bélgica, fazendo com que o país fosse apelidado de “campo de batalha da Europa”,[10] reputação reforçada pelas duas Guerras Mundiais. Após a sua independência, a Bélgica logo participou da Revolução Industrial[11][12] e, no final do século XIX, possuía várias colônias na África.[13] A segunda metade do século XXfoi marcado pela ascensão de conflitos comunais entre os flamengos e osfrancófonos, alimentados por diferenças culturais e por uma evolução econômica assimétrica entre os Flandres e a Valónia. Estes conflitos, ainda ativos, têm causado profundas reformas do Estado unitário ex-belga para um estado federal.

História

A Bélgica situa-se numa região habitada por tribos célticas e germânicas na época da conquista por Júlio César, em 50 a.C.Do século XVI ao XVIII, os belgas encontram-se sob domínio espanhol, quando, em 1815, o país é integrado nosPaíses Baixos, conquistando a suaindependência. Durante a Primeira Guerra Mundial, tropas alemãs invadem o país. Em 1948, a Bélgica, os Países Baixos e oLuxemburgo formam o Benelux (België,Nederland e Luxemburg em Neerlandês), abolindo barreiras alfandegárias. A Bélgica torna-se membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e participa da formação da Comunidade Europeia. Em 1960 concede independência ao Congo, sua antiga colónia. Reformas constitucionais estabelecem três comunidades – flamenga, valã e alemã – e três regiões – Flandres, Valónia e Bruxelas – com instituições autónomas. Mesmo assim, eclodem conflitos entre valões e flamengos em 1987. Atualmente a sua capital,Bruxelas, é a sede de algumas das instituições da União Europeia.

Bruxelas

Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno, para uma metrópole de mais de um milhão de habitantes.[5] A área metropolitana da cidade tem uma população de mais de 1,8 milhões de habitantes, tornando-a maior daBélgica.[6][7]

Desde o final da Segunda Guerra Mundial(1939-1945), Bruxelas foi um importante centro depolítica internacional. A presença das principais instituições da União Europeia, bem como a sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) fez da cidade uma casa poliglota de muitas organizações internacionais, políticos, diplomatas e de funcionários públicos.[8]

Geografia

A Bélgica tem uma área de 30.510 km², distribuídos por três regiões físicas principais: a planície costeira (localizada a noroeste), o planalto central e as elevações das Ardenas (situadas a sudeste).

A planície costeira consiste principalmente de dunas de areia e polders. Os polders são áreas de terra a uma altitude próxima de ou inferior ao nível do mar, e que foram ganhas ao mar, do qual estão protegidas por diques ou são, mais longe do litoral, campos drenados por meio de canais.

A segunda região física, o planalto central, fica mais no interior. É uma área pouco acidentada, cuja altitude sobe lentamente à medida que se afasta do litoral, com muitos vales férteis e irrigada por muitos cursos de água. Também pode-se encontrar aqui algum terreno mais acidentado, incluindo grutas e pequenas gargantas.

A terceira região física, as Ardenas, é um pouco mais acidentada que as outras duas. Trata-se de planalto densamente florestado, muito rochoso e não muito adequado para a agricultura, que se estende até ao nordeste da França. É aqui que a maior parte da vida selvagem da Bélgica pode ser encontrada. É nas Ardenas que está situado o ponto mais elevado da Bélgica: o Signal de Botrange, com apenas 694 metros de altura.

Os dois principais rios da Bélgica são o Escalda e o Mosa. Esses são fundamentais para tornar prósperas cidades como Tournai, Gante,Antuérpia, Bruges, Liège e Namur.

O clima é fresco, temperado e chuvoso: as temperaturas médias de verão são de 25 °C e de inverno de 7 °C. Os extremos anuais (atingidos raramente) são de -12 °C e 32 °C.

Demografia

No início de 2007 quase 92% da população belga era de cidadãos belgas e cerca de 6% era de cidadãos de outros países membros da União Europeia. Os cidadãos estrangeiros foram predominantemente italianos (171.918), franceses (125.061), holandeses (116,970), marroquinos(80.579), espanhóis (42.765), turcos (39.419) e alemães (37.621).[14][15]

Quase toda a população belga é urbana, 97% em 2004.[16] A densidade populacional da Bélgica é de 342 habitantes por quilômetro quadrado, uma das mais elevadas da Europa, após a dosPaíses Baixos e alguns micro-estados, como Mônaco. A área mais densamente habitada é o “Diamante Flamengo”, delineado pela aglomerações de Antuérpia-Leuven-Bruxelas-Gent. A Ardennes tem a menor densidade. Em 2006, a Região flamenga tinha uma população de cerca de 6.078.600, com Antuérpia (457.749), Ghent (230.951) e Bruges (117.251) suas cidades mais populosas; Valônia tinha 3.413.978, com Charleroi (201.373), Liège (185.574) e Namur (107.178) suas cidades mais populosas. Bruxelas tem 1.018.804 habitantes em 19 comunas, duas das quais têm mais de 100.000 habitantes.[17]

Idiomas

Línguas oficiais:

██ Holandês (~59%)

██ Francês (~40%)

██ Alemão (~1%)

A Bélgica tem três idiomas oficiais, que estão na ordem da população falante nativa na Bélgica: oholandês, francês e alemão. Um certo número de línguas minoritárias não-oficiais são faladas também.

Como não existe censo, não existem dados estatísticos oficiais sobre a distribuição ou o uso das três línguas oficiais da Bélgica ou de seus dialetos. No entanto, vários critérios, incluindo a língua(s) dos pais, da educação, ou do estatuto de segunda língua de origem estrangeira, podem fornecer valores sugeridos. Uma estimativa de 59%[18] da população belga fala holandês (muitas vezes coloquialmente referido como “Flamengo”) e o francês é falada por 40% da população. O total de falantes do holandês é de 6,23 milhões, concentrados na região dod Flandres no norte, enquanto os falantes de francês compreendem 3,32 milhões na Valônia.[19][20] A Comunidade de língua alemã é composta de 73.000 pessoas no leste da Região da Valônia, cerca de 10.000 alemães e 60.000 cidadãos belgas são falantes do alemão. Cerca de 23 mil falantes do alemão vivem em municípios próximos a comunidade oficial germanófona.[5][21]

Tanto o Francês Belga quanto o Holandês Belga tâm diferenças menores em nuances devocabulário e semântica das variedades faladas, respectivamente, na Holanda e na França. Muitas pessoas ainda falam dialetos flamengos em seu ambiente local. Dialetos da região da Valônia, juntamente com a língua picarda,[22] não são utilizados na vida pública.

Religião

Religião na Bélgica (The ARDA)
Tabela das crenças religiosas dos belgas 28

Cristãos

81,5%

Agnósticos

11,9%

Muçulmanos

3,7%

Ateus

2,1%

Outras crenças

0,8%

Desde a independência do país, o catolicismo romano, contrabalançado por fortes movimentos de pensamento livre, teve um papel importante na política da Bélgica.[23] No entanto a Bélgica é, em grande parte, um país secular e, como previsto na constituição,laico com liberdade de religião, e o governo geralmente respeita este direito na prática. Durante o reinado de Alberto I e Balduíno, amonarquia teve o catolicismo profundamente enraizado.

Simbólica e materialmente, a Igreja Católica permanece em uma posição favorável. O conceito belga de “religiões reconhecidas”,[24]define um caminho para o islã para adquirir o tratamento das religiõesjudaica e protestante. Enquanto outras religiões minoritárias, como o hinduísmo, ainda não têm esse estatuto, o budismo deu os primeiros passos em direção ao reconhecimento legal em 2007.[25][26][27] De acordo com a pesquisa 2001 Survey and Study of Religion,[28] 47% da população se identificou como pertencente à Igreja Católica, enquanto que o Islã é a segunda maior religião, com 3,5%. Uma pesquisa de2006 considerou a região dos Flandres mais religiosa do que a Valônia, sendo que 55% dos entrevistados se consideravam religiosos e 36% acreditavam que Deus criou o mundo.[29]

Segundo pesquisa do Eurobarômetro, em 2005, 43% de cidadãos belgas responderam que “acreditam que existe um Deus”, enquanto 29% responderam que “acreditam que existe algum tipo de espírito ou força vital” e 27% disseram que “não acreditam que haja algum tipo de espírito, Deus ou força vital”.[30]

Uma estimativa de 2008 mostrou[31] que 6% da população belga, cerca de 628.751 pessoas, é muçulmana (98% sunitas). Os muçulmanos constituem 25,5% da população de Bruxelas, 4,0% dos habitantes da Valônia e 3,9% dos Flandres. A maioria dos muçulmanos belgas vivem nas grandes cidades, como Antuérpia, Bruxelas e Charleroi. Os marroquinos são o maior grupo de imigrantes na Bélgica, com 264.974 pessoas. Os turcos são o terceiro maior grupo e, o segundo maior grupo étnico muçulmano, com 159.336 pessoas.[32] Além disso, cerca de 10.000 sikhs também estão presentes na Bélgica.[3

Política

A Bélgica é uma monarquia constitucional, popular e uma democracia parlamentar.

O parlamento bicameral federal é composto de um senado e uma câmara dos deputados. O primeiro é composto por 40 políticos eleitos diretamente e 21 representantes designados pelos parlamentos das 3 Comunidades, 10 senadores cooptados e os filhos do rei, como senadores por direito. Os 150 deputados da câmara são eleitos por um sistema de votação proporcional em 11 circunscrições eleitorais. A Bélgica é um dos poucos países que tem o voto compulsório e, portanto, detém um dos maiores índices de comparecimento às urnas em todo o mundo.[34]

O rei (atualmente Alberto II) é o chefe de estado, embora dispondo de prerrogativas limitadas. Ele nomeia os ministros, incluindo o primeiro-ministro, que têm a confiança da câmara dos deputados para formar o governo federal. O número de ministros de falantes do holandês e do francês são iguais, conforme prescrito pela constituição.[35] O sistema judicial é baseado no sistema romano-germânico e tem origem no Código Napoleônico.

Subdivisões

A Bélgica está subdividida em duas regiões, cada uma com cinco províncias, e uma terceira região, a Região de Bruxelas-Capital contendo a capital Bruxelas. Há ainda a divisão em comunidades linguísticas (neerlandesa, com instituições coincidentes com as da região flamenga; francesa, não se confundindo com a Valónia, e germanófona, no extremo leste dessa região). Aqui se encontram listadas por região, com as suas capitais:

Comunidades:██ Comunidade flamenga / Área linguísticaholandesaComunidade Flamenga e Francesa / Área linguística bilíngue██ Comunidade Francesa / Área linguísticafrancesa██ Comunidade Germanófona / Área linguística alemã Regiões:██ Região flamenga / Área linguísticaholandesa██ Região Bruxelas-Capital / Área linguística bilíngue██ Valônia / Área linguística francesa egermânica
  • Região de Flandres:
    • Antuérpia (Antwerpen em neerlandês) -Antuérpia
    • Brabante Flamengo (Vlaams Brabant) -Lovaina
    • Flandres Ocidental (West-Vlaanderen) -Bruges
    • Flandres Oriental (Oost-Vlaanderen) – Gante
    • Limburgo (Limburg) – Hasselt
  • Região da Valónia:
    • Brabante Valão (Waals-Brabant) – Wavre
    • Hainaut (Henegouwen em neerlandês) – Mons
    • Liège (Luik) – Liège
    • Luxemburgo (Luxemburg) – Arlon
    • Namur (Namen) – Namur

A Bélgica é um país heterogêneo dividido em três línguas:

  • Neerlandês, cuja variante local é conhecida como flamengo (Flandres, no norte);
  • Francês (Valónia, no sul);
  • Alemão (numa pequena região no leste do país).

Essa divisão linguística causa conflitos na Bélgica; em Flandres há actualmente um número importante de pessoas querendo se separar da Valónia, não só por motivos de diferença linguística, mas também por causa de incompatibilidade económica. Alguns querem um federalismo muito avançado, outros a independência e ainda outros querem se unir aos Países Baixos (Holanda).

Centro financeiro de Bruxelas.

A economia fortemente globalizada da Bélgica[36] e suainfraestrutura de transporte são integradas com o resto da Europa. A sua localização no coração de uma região altamente industrializada ajudou a torná-la a 15ª maior nação comercial do mundo em 2007.[37][38] A economia é caracterizada por uma força de trabalho altamente produtiva, um PNB alto e por exportaçõesper capita mais elevadas.[39] Os principais produtos importadospela Bélgica são alimentos, maquinaria, diamantes, petróleo e derivados, químicos, vestuário e têxteis. Os principais produtos belgas exportados são automóveis, produtos alimentícios, ferro e aço, diamantes lapidados, têxteis, plásticos, produtos de petróleo e de metais não-ferrosos.

A economia da Bélgica está fortemente orientada para os serviços e mostra uma dupla natureza: a região flamenga tem uma economia dinâmica e a Valônia tem uma economia menos desenvolvida.[11][40] Um dos membros fundadores da União Europeia, a Bélgica apoia fortemente uma economia aberta e o alargamento das competências das instituições da UE para integrar as economias dos membros do bloco. Desde 1922, através da União Econômica Belgo-Luxemburguesa, Bélgica e Luxemburgo têm sido um mercado único de comércio com a união aduaneira e monetária.

Porto da Antuérpia.

A Bélgica foi o primeiro país continental europeu a entrar na Revolução Industrial, no início doséculo XIX.[41] Liège e Charleroi desenvolveram rapidamente a mineração e a siderurgia, que floresceram até meados do século XX no vale do Sambre-Mosa, o sillon industriel (em francês:vale industrial), fizeram da Bélgica uma das três maiores nações mais industrializadas do mundo entre 1830-1910.[42] No entanto, por volta de 1840, a indústria têxtil dos Flandres entrou em grave crise e a região passou fome entre 1846-1850.

Após a Segunda Guerra Mundial, Ghent e Antuérpia experimentaram uma rápida expansão das indústrias química e petrolífera. As crises do petróleo de 1973 e 1979 levaram a economia do país e entrar em um processo de recessão; foi particularmente prolongado na Valônia, onde a indústria do aço tinha se tornado menos competitiva e experimentou um forte declínio.[43] Nas décadas de 1980 e 1890, o centro econômico do país continuou em deslocamento para o norte e, agora, está concentrado na área populosa chamada “Diamante Flamengo”.[44]

Até o final da década de 1980, as políticas macroeconômicas belga resultaram em uma dívida acumulada de cerca de 120% do PIB. Em2006, o orçamento foi equilibrado e a dívida pública foi equivalente a 90,30% do PIB.[45] Em 2005 e 2006, as taxas de crescimento real do PIB foram de 1,5% e 3,0%, respectivamente, ligeiramente acima da média para a zona Euro. As taxas de desemprego de 8,4% em 2005 e 8,2% em 2006 também estavam perto da média da área.[46]

De 1832 até 2002, a moeda da Bélgica foi o franco belga. o país adotou o euro em 2002, com a primeira série de moedas de euro a ser cunhadas em 1999. O padrão de moedas do euro belga, designado para a circulação, mostra o retrato do rei Alberto II.

Waffles belgas.

A Bélgica tem uma cultura muito rica em museus, prédios históricos e arte. Uma vez por ano tem um concurso de música chamado “Koningin Elisabeth Wedstrijd”. Todos os anos um tipo deinstrumento clássico é escolhido.

Durante o verão, há muitos festivais. Os mais conhecidos são: WerchterSfinksDour ePukkelpop. Principalmente os jovens vão para dançar ao som das músicas das bandas famosas nacionais e internacionais, existem festivais para adultos, alternativo, com música do mundo inteiro, e outros.

E um diferencial é a cerveja belga, existem mais de 450 tipos de cerveja[carece de fontes]. As cervejas ‘trapist’ só existem na Bélgica e são fabricadas por monges, há também cerveja feita decereja. Todo tipo tem o seu próprio copo.

Gastronomia

A cozinha belga é influenciada pelas culinárias dos países vizinhos, como a da França(especialmente da região da Lorena) e a cozinha regional das regiões belgas Flandres e Valônia. Nas regiões costeiras é comum servir pratos com peixe e frutos-do-mar. Um dos pratos tradicionais é Moules Frites (mexilhões servidos com batatas fritas). Os belgas juram serem os seus inventores, servindo-as em abundância como lanches em pratos ou cones de papel cobertos de maionese ou um outro molho qualquer. Outro prato típico é Waterzooi, um guisado com peixe ou galinha. O médico e botânico flamengo Carolus Clusius jogou um papel importante na divulgação da batata na Bélgica; desde sua introdução, a batata faz parte da cozinha rústica típica do país. O chocolate belga é reconhecido pelo alto padrão de qualidade na produção. Outros doces, como Wafel, Spéculoos e Praline, não são menos populares. Depois da refeição principal e antes da sobremesa é comum servir um dos queijos típicos da Bélgica, como por exemplo o Limburger. A cerveja, com marcas como Kriek, Hoegaarden,Leffe,La Binchoise e Chimay reconhecidas mundialmente, valorizam ainda mais a cultura cervejeira do país.

Atualmente, a Bélgica é um país que possui bandas para inúmeros géneros musicais. Existem vários artistas belgas reconhecidos internacionalmente e que usufruem de enorme sucesso.

O país é reconhecido por ter alguns dos maiores nomes da música dance e eletrónica, o que também acontece com os seus vizinhos a norte, os Países Baixos.

Os artistas mais conhecidos internacionalmente da Bélgica são, na maioria, da região flamenga. Isto explica-se por este mercado musical ser maior e mais aberto do que o valão. Consultando a lista Ultratop 50, verifica-se que um hit número 1 na Flandres raramente atinge a mesma posição na Valónia, por vezes ficando bem atrás.

O Ultratop 50 é o top oficial do país e que publica todas as sextas-feiras os 50 álbuns e singles mais vendidos das duas regiões do país.

Entre os artistas belgas mais notáveis estão Audrey Hepburn, Jacques Brel, Plastic Bertrand, dEUS, Kate Ryan, Lara Fabian, Hooverphonic,K’s Choice, Jean-Claude van Damme, Lasgo, Milk Inc., Ian Van Dahl/AnnaGrace, Sylver, Jessy De Smet,Dr.Lektroluv Technotronic, Junior Jack, Dana Winner, Brian Molko ,Vocalista da banda Placebo, Vive la Fête e Stromae

 

Uma resposta para “Análises dos países

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: