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Holanda, análise sociológica e espiritual

27 jan

Holanda    (The Netherlands)

Lema: “Ik zal handhaven” (neerlandês)
Je maintiendrai (francês)
(“Eu manterei”)

Capital: Amsterdã, Haia (sede do governo)

Realidade espiritual

Trata-se de um pais estratégico a nível mundial, devido a ter em Haia o tribunal de direito internacional da ONU (O Tribunal Internacional de Justiça ou Corte Internacional de Justiça é o principal órgão judiciário da Organização das Nações Unidas. Tem sede em Haia, nos Países Baixos. Por isso, também costuma ser denominada como Corte da Haia ou Tribunal da Haia.  Sua sede é o Palácio da Paz.

Os Holandeses foram missionários, inclusive chegaram ao Brasil.  A presença do calvinismo no Brasil remonta ao século XVI. Ministros religiosos, enviados a partir da recomendação do próprio João Calvino, chegaram ao país durante a tentativa de colonização francesa conhecida como França Antártica. No século seguinte, durante a invasão holandesa, uma Igreja Reformada chegou a ser organizada (com vários presbitérios) no Nordeste brasileiro.

O santo católico na Holanda – Plechelm (Plechelm de Guelderland) é um santo na Igreja Católica Romana e um santo padroeiro da Holanda . Plechelm, também Pleghelm ou Plechelmus era um beneditino mongeque viajou para Roma com St. Wiro e St. Otger . Tornou-se missionário na Northumbria eHolanda e morreu em St. Odiliënberg. A basílica em Oldenzaal na Holanda é dedicado a ele desde 954.

Conhecido como um país neo-liberal principalmente em relação as drogas, uma vez que em Amsterdã a Maconha é liberada e também o turismo sexual. O percentual de cristãos é 54%, sendo que 33% é de católicos, e, o percentual de não religiosos ou ateus é quase 39%. 

 

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos na autoridade do Nome de Jesus a redenção da terra Holandesa, pois Jesus derramou seu precioso sangue na cruz do calvário pelos holandeses, por cada vida, por cada geração. Pedimos perdão por todo sangue derramado em todas as épocas, pedimos perdão por toda iniquidade praticada. Clamamos que o sangue de Jesus seja derramado no reino espiritual, limpando toda culpa. Pedimos pr avivamento nesta nação, que haja o levantar de uma geração comprometida com o Reino de Deus. Decretamos que haja temor de Deus por parte do corpo integrante do tribunal de Haia, que haja observância dos princípios da Palavra de Deus. Decretamos que a Holanda voltará a ser uma nação dirigida pela Bíblia, como diz a letra de seu hino:

‘Meu escudo e lealdade
És Tu, oh Senhor Meu Deus
Sobre Ti construirei
Nunca Me abandones
Para que eu continue forte
Teu servo sempre
Afastar a tirania
Que apunhala meu coração.

Que esta letra seja uma verdade na vida dos holandeses, em nome de Jesus Cristo, decretado está no reino do espírito, Amém!

Tradução para Holandes:

profetische besluit:

Decreet op het gezag van de Naam van Jezus voor de verlossingvan het land Nederlandse, omdat Jezus Zijn kostbaar bloed te vergieten op het kruis van Golgotha ​​door de Nederlandse, voorelk leven, elke generatie. Onze excuses voor het bloedvergietente allen tijde, we vragen vergeving voor beoefend alle ongerechtigheid. We noemen dat het vergoten bloed van Jezusis in de geestelijke wereld, het schoonmaken van alle schuld te geven. We pr opleving in dit land, is er de opkomst van een generatie inzetten voor het Koninkrijk van God. Verordende dater angst van God op het deel van het lichaam lid van het tribunaal in Den Haag, dat er overeenstemming met de beginselen van Gods Woord. Verordende dat Nederland weer een land geleid door de Bijbel, als de tekst van zijn lied,

“Mijn schild en loyaliteit
U, o Heer, mijn God
Je bouwt voort op
Nooit in de steek Me
Voor dat ik sterk blijven
Uw dienaar ooit
Weg van de tirannie
Dat steekt mijn hart.
Dat deze brief is een feit van het leven in het Nederlands, in de naam van Jezus Christus, speelt zich af in het rijk van de geest,Amen!

 

Dados Principais:

Nome oficial: Reino da Holanda (Koninkrijk der Nederlanden).
Nacionalidade: neerlandesa.
Data nacional: 30 de abril (aniversário da Rainha).
Capital: Amsterdã, Haia (sede do governo).
Cidades principais: Amsterdã (715.148), Roterdã (589.987), Haia (442.159), Utrecht (233.951), Eindhoven (197.766) (1997).
Idioma: neerlandês.
Religião:
cristianismo 54% (católicos 33%, Igreja Reformista Holandesa 14%, calvinistas 7%), islamismo 4,1%, hinduísmo 0,5%, sem filiação 39%, outras 2,4% (1995).

GEOGRAFIA:
Localização: oeste da Europa.
Hora local:
+4h.
Área:
41.526 km2.

POPULAÇÃO:
Total: 15,8 milhões (2000), sendo neerlandeses 96%, indonésios, guianeses e outros 4% (1996).
Densidade:
 380,48 hab./km2.
População urbana:
89% (1998).
População rural:
11% (1998).
Crescimento demográfico:
0,4% ao ano (1995-2000).
Fecundidade:
1,5 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F:
75/81 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil:
6 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo:
não há.
IDH (0-1):
0,925 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo:
Monarquia parlamentarista.
Divisão administrativa:
12 províncias.
Legislativo:
 bicameral – Primeira Câmara, com 75 membros eleitos por voto indireto pelos 12 conselhos provinciais; Segunda Câmara, com 150 membros eleitos por voto direto. Ambas com mandato de 4 anos.
Constituição em vigor:
1983.

ECONOMIA:
Moeda:
Euro.
PIB:
 US$ 381,8 bilhões (1998).
PIB agropecuária:
3% (1998).
PIB indústria:
27% (1998).
PIB serviços:
70% (1995).
Crescimento do PIB:
2,6% ao ano (1990-1998).
Renda per capita:
 US$ 24.780 (1998).
Força de trabalho:
7 milhões (1998).
Agricultura:
beterraba, batata, cereais, legumes e verduras, frutas, flores e bulbos.
Pecuária:
bovinos, ovinos, suínos, aves.
Pesca:
550 mil t (1997).
Mineração:
gás natural, petróleo.
Indústria:
alimentícia, máquinas, química.
Exportações:
 US$ 198,6 bilhões (1998).
Importações:
 US$ 153 milhões (1998).
Principais parceiros comerciais:
Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido, EUA, França.

DEFESA:
Efetivo total:
57,2 mil (1998).
Gastos:
 US$ 6,6 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações:
 Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, Otan, UE.

Hino Nacional Holandes

Het Wilhelmus(lit. “O Guilherme”) é o hino nacional dos Países Baixos, o mais antigo hino nacional em uso no mundo. Como muitos hinos, o Het Wilhelmus se originou com a luta da nação para conquistar sua independência. Sua letra fala sobre Guilherme de Orange (Willem van Oranje), sua vida e sobre o porquê dele estar combatendo Filipe, rei da Espanha. O texto e a melodia da canção são surpreendentemente pacíficos para um hino nacional; o Wilhelmus deriva seu nome da primeira palavra da canção, enquanto a introdução original do texto no Geuzenliedboek’ falava de “uma nova canção cristã” (“een nieu Christelijck Liedt”).

Letra:

Em cerimônias formais, usualmente apenas a primeira estrofe é cantada. Às vezes a sexta estrofe é cantada também, junto com a primeira.

Esta é a primeira estrofe no original, usando a ortografia holandesa moderna:

Wilhelmus van Nassauwe
ben ik, van Duitsen bloed,
den vaderland getrouwe
blijf ik tot in den dood.
Een Prince van Oranje
ben ik, vrij onverveerd,
den Koning van Hispanje
heb ik altijd geëerd.

Traduzir esta estrofe é difícil, pois quase todas as linhas tem várias interpretações possíveis. Eis uma tradução crua, baseada na tradução da versão inglesa deste artigo. Atentar para a palavra “Duitsen” que significa “Alemão” e não “Holandês”(Nederlandsen) como muitos traduzem.

Guilherme de Nassau,
Eu sou, de sangue alemão
Leal à pátria-mãe
Serei até morrer
Um príncipe de Orange
Eu sou, livre e sem medo
O rei da Espanha
Eu sempre honrei

A sexta estrofe, que às vezes é cantada, também, é a que segue:

Mijn schild ende betrouwen
zijt Gij, o God mijn Heer
op U zo wil ik bouwen
Verlaat mij nimmermeer
Dat ik doch vroom mag blijven
uw dienaar t’aller stond
de tirannie verdrijven
die mij mijn hart doorwondt

Eis uma tradução possível.

Meu escudo e lealdade
És Tu, oh Senhor Meu Deus
Sobre Ti construirei
Nunca Me abandones
Para que eu continue forte
Teu servo sempre
Afastar a tirania
Que apunhala meu coração

 

História da região:

Pré-história:

Os Países Baixos têm sido habitados desde a última glaciação; os vestígios mais antigos encontrados têm uma antiguidade de 100 000 anos, quando o país possuía um clima de tundra com uma vegetação muito escassa. Seus primeiros povoadores eram caçadores-coletores. Ao final da Era do Gelo a área passou a ser habitada por vários grupos paleolíticos. Um destes grupos fabricava inclusive canoas (6500 a.C.) A agricultura chegou por volta do ano de 5000 a.C. porém somente foi praticada nas planícies do extremo sul do país (Limburgo do Sul). Os coletores-caçadores da cultura Swifterbant estiveram presentes a partir de 5600 a.C. Eles desenvolveram uma sociedade agrícola entre 4300-4000 a.C. Os primeiros restos notáveis da Pré-História foram os dólmens que foram encontrados na província de Drente, e foram provavelmente construídos pelas pessoas pertencentes à cultura de Funnelbeaker entre 4100 e 3200 a.C.

Período Romano

No século I a.C., os romanos conquistaram a parte sul do país, onde criaram a província da Germânia Inferior. Os romanos foram os primeiros a construir cidades no país, como Utrecht, Nimega e Maastricht. Na época da ocupação romana, que se mantém até ao século IV, a região dos Países Baixos era povoada por tribos célticas e germânicas. Os Saxões estabelecem-se a leste dos futuros Países Baixos e os Francos ocuparam os territórios meridionais.

Idade média

A cristianização só se completa no final do século VIII, com a submissão destes povos à Carlos Magno. A administração carolíngia permite o desenvolvimento da atividade económica, enquanto nasce uma indústria têxtil.

Idade Moderna

No reinado de Carlos V, Sacro Imperador Romano e rei da Espanha, a região era parte das Dezessete Províncias dos Países Baixos, abrangendo a maior parte do que hoje é a Bélgica. À proclamação da independência (União de Utrecht, 1579; abjuração da soberania espanhola, 1581), no reinado de Filipe II, seguiu-se a guerra de independência. A assinatura, sob Filipe IV, do Tratado de Münster pôs fim à Guerra dos Oitenta Anos. O império espanhol reconheceu a República Holandesa dos Países Baixos Unidos, governados pela casa de Orange-Nassau e os Estados Generais, que anteriormente foram uma província do império espanhol. Os Países Baixos tornaram-se assim a primeira nação europeia a assumir uma forma de governo republicana.

Ainda que o novo Estado exercesse autonomia apenas sobre as províncias do norte, a República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos desenvolveu-se e tornou-se uma das mais importantes potências navais e econômicas do século XVII. Neste período, conhecido como o Século de Ouro, os Países Baixos estenderam suas redes comerciais por todo o planeta, estabelecendo colônias em lugares tão distantes quanto Java e o nordeste brasileiro (Brasil neerlandês).

Eclipsada pela ascensão britânica durante o século XVIII, a região foi mais tarde incorporada ao império francês sob Napoleão Bonaparte. Após o Congresso de Viena (1815), o Reino Unido dos Países Baixos foi criado, incluindo os atuais Bélgica e Luxemburgo. A Bélgica conseguiu sua independência em 1830; o Luxemburgo, que seguia regras sucessórias distintas, seguiu seu próprio caminho após a morte do rei Guilherme III. Já no século XIX, os Países Baixos industrializaram-se mais lentamente do que os países vizinhos.

 

Idade contemporânea 

Embora tenham se mantido neutros durante a I Guerra Mundial, os Países Baixos foram fortemente envolvidos na guerra.Alfred von Schlieffen tinha originalmente planejado invadir os Países Baixos, enquanto avançava pela França, no Plano Schlieffen original. Isso foi alterado por Helmuth von Moltke, o Jovem, a fim de manter a neutralidade neerlandesa. Mais tarde, durante a guerra, a neutralidade neerlandesa provou ser essencial para a sobrevivência alemã, até o bloqueio integrado pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha em 1916, quando a importação de mercadorias através dos Países Baixos já não era possível. No entanto, os neerlandeses foram capazes de manterem-se neutros durante a guerra usando a sua diplomacia e sua capacidade de negociar.[17]

Já na Segunda Guerra Mundial o país foi ocupado pela Alemanha Nazi em maio de 1940, sendo libertado somente em 1945. No pós-guerra, a economia reergueu-se, e o país ingressou em organizações como o Benelux, a Comunidade Económica Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Sediando, em Maastricht, a assinatura do Tratado da União Europeia, o país foi um de seus membros fundadores, e aderiu ao euro em 1999, com a moeda em circulação a partir de 2002.


política

Os Países Baixos são uma monarquia constitucional desde 1815, tendo antes disso sido uma república, de 1581 a 1806 (foi ocupada pela França entre 1806 e 1815).

O Chefe de Estado é, desde 1980, a Rainha Beatriz de Orange-Nassau. É ela que nomeia formalmente os membros do governo. Na prática, uma vez conhecidos os resultados das eleições parlamentares, forma-se um governo de coligação (num processo que pode demorar vários meses), após o que o governo constituído desta forma é oficialmente nomeado pela rainha. O chefe do governo é o primeiro-ministro ou Ministro Presidente, que é também, geralmente, o líder do maior partido da coligação.

O parlamento consiste de duas câmaras. As eleições para os 150 membros da Câmara Baixa (Tweede Kamer, ou Segunda Câmara) têm lugar de quatro em quatro anos, ou a intervalos menores caso a Câmara Baixa aprove uma moção de desconfiança contra o governo. O Senado, menos importante (Eerste Kamer, ou Primeira Câmara) é escolhido de quatro em quatro anos depois das eleições provinciais, pelos membros dos parlamentos provinciais recém-eleitos. Em conjunto, as duas câmaras são conhecidas como os Staten Generaal, ou Estados Gerais.

Os cientistas políticos consideram os Países Baixos um clássico exemplo de um estado consociacional.

 

Consociacional

Em ciência política, chama-se um Estado consociacional o que tem as principais divisões internas de origem étnica, religiosa ou lingüística, mas ele consegue manter-se estável devido a acordos entre as elites, representando cada grupo social. 

 

 

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Publicado por em janeiro 27, 2012 em Uncategorized

 

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