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Bélgica, análise sociológica e espiritual

27 jan

BÉLGICA

Koninkrijk België
Royaume de Belgique
Königreich Belgien

Reino da Bélgica

   

Bandeira

Brasão de armas

 

Lema: Neerlandês: Eendracht maakt macht
Francês: L’union fait la force
Alemão: Einigkeit macht stark
(“A União faz a força”)

 

Realidade espiritual

Atualmente o teísmo está perdendo a prevalência na Europa em favor do ateísmo e a religião vem perdendo campo para o secularismo. Países europeus tem experimentado um declínio acentuado na porcentagem de pessoas que frequentam a igreja, bem como no número de pessoas que professam crença num deus.

Notou-se um decréscimo na religiosidade na Europa ocidental (especialmente Bélgica, França, Alemanha,Holanda e Suécia).

O santo católico padroeiro é São José.

Hino

Bélgica O, O querida mãe,
Para você, o nosso coração, nossos braços para você,
Para você, o nosso sangue, ó Pátria!
Nós juramos que tudo, você vai viver!
Você vai viver sempre grande e bonita
E sua unidade invencível
O lema será imortal:
O Rei, Direito, Liberdade! (3 x)

 

DECRETO PROFÉTICO

Decretamos na autoridade do Nome de Jesus a redenção da terra Belga, pois Jesus derramou seu precioso sangue na cruz do calvário pelos Belgas, por cada vida, por cada geração. Pedimos perdão por todo sangue derramado em todas as épocas, pedimos perdão por toda iniquidade praticada. Clamamos que o sangue de Jesus seja derramado no reino espiritual, limpando toda culpa. Pedimos por avivamento nesta nação, que haja o levantar de uma geração comprometida com o Reino de Deus. Decretamos que haja temor de Deus por parte do corpo integrante da OTAN e que o avivamento de Deus venha sobre esta nação. Em nome de Jesus!

Tradução para Francês:

Décret relatif à l’autorité du Nom de Jésus pour la rédemption de la terre belge, parce que Jésus a versé son sang précieux sur la croix du Calvaire par les Belges, pour chaque vie, chaque génération. Nous nous excusons pour toute effusion de sang en tout temps, nous demandons pardon pour toute iniquitépratiquée. Nous appelons cela le sang versé de Jésus est dans le domaine spirituel, le nettoyage tout le blâme. Nous lançons un appel pour la renaissance de cette nation, il ya la montée d’une génération engagée pour le Royaume de Dieu. Décrété qu’il yala crainte de Dieu la part du membre du corps de l’OTAN et la relance de Dieu venu sur cette nation. Au nom de Jésus!

Bélgica (em neerlandês België, francês Belgique e alemão Belgien), oficialmenteReino da Bélgica, é um país situado na Europa ocidental. É membro fundador daUnião Europeia e hospeda sua sede, bem como as de outras grandes organizações internacionais, incluindo a OTAN.[3] A Bélgica tem uma área de 30.528 quilômetros quadrados e uma população de cerca de 10,7 milhões de habitantes.

Ocupando a fronteira cultural entre a Europa germânica e a Europa latina, a Bélgica é o lar de dois principais grupos linguísticos: os flamengos, falantes do holandês, e osvalões, que falam francês, além de um pequeno grupo de pessoas que falam a língua alemã. As duas maiores regiões da Bélgica são a região de língua holandesa deFlandres, no norte, com 59% da população e a região francófona da Valónia, no sul, habitada por 31% dos belgas. A Região de Bruxelas, oficialmente bilíngue, é umenclave de maioria francófona na Região flamenga e tem 10% da população.[4] Uma pequena comunidade de língua alemã existe no leste da Valónia.[5] A diversidade linguística da Bélgica e conflitos políticos e culturais são refletidos na história políticae no complexo sistema de governo do país.[6][7]

O nome “Bélgica” é derivado de Gallia Belgica, uma província romana na parte setentrional da Gália, que era habitada pelos Belgae, uma mistura de povos Celtas eGermânicos.[8][9] Historicamente, Bélgica, Holanda e Luxemburgo eram conhecidos como os Países Baixos, nome utilizado para designar uma área um pouco maior do que o atual grupo de países chamado Benelux. Do final da Idade Média até o século XVII, o país era um próspero centro de comércio e cultura. A partir do século XVI até aRevolução Belga em 1830, muitas batalhas entre as potências europeias foram travadas na área da atual Bélgica, fazendo com que o país fosse apelidado de “campo de batalha da Europa”,[10] reputação reforçada pelas duas Guerras Mundiais. Após a sua independência, a Bélgica logo participou da Revolução Industrial[11][12] e, no final do século XIX, possuía várias colônias na África.[13] A segunda metade do século XXfoi marcado pela ascensão de conflitos comunais entre os flamengos e osfrancófonos, alimentados por diferenças culturais e por uma evolução econômica assimétrica entre os Flandres e a Valónia. Estes conflitos, ainda ativos, têm causado profundas reformas do Estado unitário ex-belga para um estado federal.

História

A Bélgica situa-se numa região habitada por tribos célticas e germânicas na época da conquista por Júlio César, em 50 a.C.Do século XVI ao XVIII, os belgas encontram-se sob domínio espanhol, quando, em 1815, o país é integrado nosPaíses Baixos, conquistando a suaindependência. Durante a Primeira Guerra Mundial, tropas alemãs invadem o país. Em 1948, a Bélgica, os Países Baixos e oLuxemburgo formam o Benelux (België,Nederland e Luxemburg em Neerlandês), abolindo barreiras alfandegárias. A Bélgica torna-se membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e participa da formação da Comunidade Europeia. Em 1960 concede independência ao Congo, sua antiga colónia. Reformas constitucionais estabelecem três comunidades – flamenga, valã e alemã – e três regiões – Flandres, Valónia e Bruxelas – com instituições autónomas. Mesmo assim, eclodem conflitos entre valões e flamengos em 1987. Atualmente a sua capital,Bruxelas, é a sede de algumas das instituições da União Europeia.

Bruxelas

Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno, para uma metrópole de mais de um milhão de habitantes.[5] A área metropolitana da cidade tem uma população de mais de 1,8 milhões de habitantes, tornando-a maior daBélgica.[6][7]

Desde o final da Segunda Guerra Mundial(1939-1945), Bruxelas foi um importante centro depolítica internacional. A presença das principais instituições da União Europeia, bem como a sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) fez da cidade uma casa poliglota de muitas organizações internacionais, políticos, diplomatas e de funcionários públicos.[8]

Geografia

A Bélgica tem uma área de 30.510 km², distribuídos por três regiões físicas principais: a planície costeira (localizada a noroeste), o planalto central e as elevações das Ardenas (situadas a sudeste).

A planície costeira consiste principalmente de dunas de areia e polders. Os polders são áreas de terra a uma altitude próxima de ou inferior ao nível do mar, e que foram ganhas ao mar, do qual estão protegidas por diques ou são, mais longe do litoral, campos drenados por meio de canais.

A segunda região física, o planalto central, fica mais no interior. É uma área pouco acidentada, cuja altitude sobe lentamente à medida que se afasta do litoral, com muitos vales férteis e irrigada por muitos cursos de água. Também pode-se encontrar aqui algum terreno mais acidentado, incluindo grutas e pequenas gargantas.

A terceira região física, as Ardenas, é um pouco mais acidentada que as outras duas. Trata-se de planalto densamente florestado, muito rochoso e não muito adequado para a agricultura, que se estende até ao nordeste da França. É aqui que a maior parte da vida selvagem da Bélgica pode ser encontrada. É nas Ardenas que está situado o ponto mais elevado da Bélgica: o Signal de Botrange, com apenas 694 metros de altura.

Os dois principais rios da Bélgica são o Escalda e o Mosa. Esses são fundamentais para tornar prósperas cidades como Tournai, Gante,Antuérpia, Bruges, Liège e Namur.

O clima é fresco, temperado e chuvoso: as temperaturas médias de verão são de 25 °C e de inverno de 7 °C. Os extremos anuais (atingidos raramente) são de -12 °C e 32 °C.

Demografia

No início de 2007 quase 92% da população belga era de cidadãos belgas e cerca de 6% era de cidadãos de outros países membros da União Europeia. Os cidadãos estrangeiros foram predominantemente italianos (171.918), franceses (125.061), holandeses (116,970), marroquinos(80.579), espanhóis (42.765), turcos (39.419) e alemães (37.621).[14][15]

Quase toda a população belga é urbana, 97% em 2004.[16] A densidade populacional da Bélgica é de 342 habitantes por quilômetro quadrado, uma das mais elevadas da Europa, após a dosPaíses Baixos e alguns micro-estados, como Mônaco. A área mais densamente habitada é o “Diamante Flamengo”, delineado pela aglomerações de Antuérpia-Leuven-Bruxelas-Gent. A Ardennes tem a menor densidade. Em 2006, a Região flamenga tinha uma população de cerca de 6.078.600, com Antuérpia (457.749), Ghent (230.951) e Bruges (117.251) suas cidades mais populosas; Valônia tinha 3.413.978, com Charleroi (201.373), Liège (185.574) e Namur (107.178) suas cidades mais populosas. Bruxelas tem 1.018.804 habitantes em 19 comunas, duas das quais têm mais de 100.000 habitantes.[17]

Idiomas

Línguas oficiais:

██ Holandês (~59%)

██ Francês (~40%)

██ Alemão (~1%)

A Bélgica tem três idiomas oficiais, que estão na ordem da população falante nativa na Bélgica: oholandês, francês e alemão. Um certo número de línguas minoritárias não-oficiais são faladas também.

Como não existe censo, não existem dados estatísticos oficiais sobre a distribuição ou o uso das três línguas oficiais da Bélgica ou de seus dialetos. No entanto, vários critérios, incluindo a língua(s) dos pais, da educação, ou do estatuto de segunda língua de origem estrangeira, podem fornecer valores sugeridos. Uma estimativa de 59%[18] da população belga fala holandês (muitas vezes coloquialmente referido como “Flamengo”) e o francês é falada por 40% da população. O total de falantes do holandês é de 6,23 milhões, concentrados na região dod Flandres no norte, enquanto os falantes de francês compreendem 3,32 milhões na Valônia.[19][20] A Comunidade de língua alemã é composta de 73.000 pessoas no leste da Região da Valônia, cerca de 10.000 alemães e 60.000 cidadãos belgas são falantes do alemão. Cerca de 23 mil falantes do alemão vivem em municípios próximos a comunidade oficial germanófona.[5][21]

Tanto o Francês Belga quanto o Holandês Belga tâm diferenças menores em nuances devocabulário e semântica das variedades faladas, respectivamente, na Holanda e na França. Muitas pessoas ainda falam dialetos flamengos em seu ambiente local. Dialetos da região da Valônia, juntamente com a língua picarda,[22] não são utilizados na vida pública.

Religião

Religião na Bélgica (The ARDA)
Tabela das crenças religiosas dos belgas 28

Cristãos

81,5%

           

Agnósticos

11,9%

           

Muçulmanos

3,7%

           

Ateus

2,1%

           

Outras crenças

0,8%

           

Desde a independência do país, o catolicismo romano, contrabalançado por fortes movimentos de pensamento livre, teve um papel importante na política da Bélgica.[23] No entanto a Bélgica é, em grande parte, um país secular e, como previsto na constituição,laico com liberdade de religião, e o governo geralmente respeita este direito na prática. Durante o reinado de Alberto I e Balduíno, amonarquia teve o catolicismo profundamente enraizado.

Simbólica e materialmente, a Igreja Católica permanece em uma posição favorável. O conceito belga de “religiões reconhecidas”,[24]define um caminho para o islã para adquirir o tratamento das religiõesjudaica e protestante. Enquanto outras religiões minoritárias, como o hinduísmo, ainda não têm esse estatuto, o budismo deu os primeiros passos em direção ao reconhecimento legal em 2007.[25][26][27] De acordo com a pesquisa 2001 Survey and Study of Religion,[28] 47% da população se identificou como pertencente à Igreja Católica, enquanto que o Islã é a segunda maior religião, com 3,5%. Uma pesquisa de2006 considerou a região dos Flandres mais religiosa do que a Valônia, sendo que 55% dos entrevistados se consideravam religiosos e 36% acreditavam que Deus criou o mundo.[29]

Segundo pesquisa do Eurobarômetro, em 2005, 43% de cidadãos belgas responderam que “acreditam que existe um Deus”, enquanto 29% responderam que “acreditam que existe algum tipo de espírito ou força vital” e 27% disseram que “não acreditam que haja algum tipo de espírito, Deus ou força vital”.[30]

Uma estimativa de 2008 mostrou[31] que 6% da população belga, cerca de 628.751 pessoas, é muçulmana (98% sunitas). Os muçulmanos constituem 25,5% da população de Bruxelas, 4,0% dos habitantes da Valônia e 3,9% dos Flandres. A maioria dos muçulmanos belgas vivem nas grandes cidades, como Antuérpia, Bruxelas e Charleroi. Os marroquinos são o maior grupo de imigrantes na Bélgica, com 264.974 pessoas. Os turcos são o terceiro maior grupo e, o segundo maior grupo étnico muçulmano, com 159.336 pessoas.[32] Além disso, cerca de 10.000 sikhs também estão presentes na Bélgica.[3

Política

A Bélgica é uma monarquia constitucional, popular e uma democracia parlamentar.

O parlamento bicameral federal é composto de um senado e uma câmara dos deputados. O primeiro é composto por 40 políticos eleitos diretamente e 21 representantes designados pelos parlamentos das 3 Comunidades, 10 senadores cooptados e os filhos do rei, como senadores por direito. Os 150 deputados da câmara são eleitos por um sistema de votação proporcional em 11 circunscrições eleitorais. A Bélgica é um dos poucos países que tem o voto compulsório e, portanto, detém um dos maiores índices de comparecimento às urnas em todo o mundo.[34]

O rei (atualmente Alberto II) é o chefe de estado, embora dispondo de prerrogativas limitadas. Ele nomeia os ministros, incluindo o primeiro-ministro, que têm a confiança da câmara dos deputados para formar o governo federal. O número de ministros de falantes do holandês e do francês são iguais, conforme prescrito pela constituição.[35] O sistema judicial é baseado no sistema romano-germânico e tem origem no Código Napoleônico.

Subdivisões

A Bélgica está subdividida em duas regiões, cada uma com cinco províncias, e uma terceira região, a Região de Bruxelas-Capital contendo a capital Bruxelas. Há ainda a divisão em comunidades linguísticas (neerlandesa, com instituições coincidentes com as da região flamenga; francesa, não se confundindo com a Valónia, e germanófona, no extremo leste dessa região). Aqui se encontram listadas por região, com as suas capitais:

 

Comunidades:

██ Comunidade flamenga / Área linguísticaholandesa

         Comunidade Flamenga e Francesa / Área linguística bilíngue

██ Comunidade Francesa / Área linguísticafrancesa

██ Comunidade Germanófona / Área linguística alemã

 

Regiões:

██ Região flamenga / Área linguísticaholandesa

██ Região Bruxelas-Capital / Área linguística bilíngue

██ Valônia / Área linguística francesa egermânica

  • Região de Flandres:
    • Antuérpia (Antwerpen em neerlandês) -Antuérpia
    • Brabante Flamengo (Vlaams Brabant) -Lovaina
    • Flandres Ocidental (West-Vlaanderen) -Bruges
    • Flandres Oriental (Oost-Vlaanderen) – Gante
    • Limburgo (Limburg) – Hasselt
  • Região da Valónia:
    • Brabante Valão (Waals-Brabant) – Wavre
    • Hainaut (Henegouwen em neerlandês) – Mons
    • Liège (Luik) – Liège
    • Luxemburgo (Luxemburg) – Arlon
    • Namur (Namen) – Namur

A Bélgica é um país heterogêneo dividido em três línguas:

  • Neerlandês, cuja variante local é conhecida como flamengo (Flandres, no norte);
  • Francês (Valónia, no sul);
  • Alemão (numa pequena região no leste do país).

Essa divisão linguística causa conflitos na Bélgica; em Flandres há actualmente um número importante de pessoas querendo se separar da Valónia, não só por motivos de diferença linguística, mas também por causa de incompatibilidade económica. Alguns querem um federalismo muito avançado, outros a independência e ainda outros querem se unir aos Países Baixos (Holanda).

 

Centro financeiro de Bruxelas.

A economia fortemente globalizada da Bélgica[36] e suainfraestrutura de transporte são integradas com o resto da Europa. A sua localização no coração de uma região altamente industrializada ajudou a torná-la a 15ª maior nação comercial do mundo em 2007.[37][38] A economia é caracterizada por uma força de trabalho altamente produtiva, um PNB alto e por exportaçõesper capita mais elevadas.[39] Os principais produtos importadospela Bélgica são alimentos, maquinaria, diamantes, petróleo e derivados, químicos, vestuário e têxteis. Os principais produtos belgas exportados são automóveis, produtos alimentícios, ferro e aço, diamantes lapidados, têxteis, plásticos, produtos de petróleo e de metais não-ferrosos.

A economia da Bélgica está fortemente orientada para os serviços e mostra uma dupla natureza: a região flamenga tem uma economia dinâmica e a Valônia tem uma economia menos desenvolvida.[11][40] Um dos membros fundadores da União Europeia, a Bélgica apoia fortemente uma economia aberta e o alargamento das competências das instituições da UE para integrar as economias dos membros do bloco. Desde 1922, através da União Econômica Belgo-Luxemburguesa, Bélgica e Luxemburgo têm sido um mercado único de comércio com a união aduaneira e monetária.

 

Porto da Antuérpia.

A Bélgica foi o primeiro país continental europeu a entrar na Revolução Industrial, no início doséculo XIX.[41] Liège e Charleroi desenvolveram rapidamente a mineração e a siderurgia, que floresceram até meados do século XX no vale do Sambre-Mosa, o sillon industriel (em francês:vale industrial), fizeram da Bélgica uma das três maiores nações mais industrializadas do mundo entre 1830-1910.[42] No entanto, por volta de 1840, a indústria têxtil dos Flandres entrou em grave crise e a região passou fome entre 1846-1850.

Após a Segunda Guerra Mundial, Ghent e Antuérpia experimentaram uma rápida expansão das indústrias química e petrolífera. As crises do petróleo de 1973 e 1979 levaram a economia do país e entrar em um processo de recessão; foi particularmente prolongado na Valônia, onde a indústria do aço tinha se tornado menos competitiva e experimentou um forte declínio.[43] Nas décadas de 1980 e 1890, o centro econômico do país continuou em deslocamento para o norte e, agora, está concentrado na área populosa chamada “Diamante Flamengo”.[44]

Até o final da década de 1980, as políticas macroeconômicas belga resultaram em uma dívida acumulada de cerca de 120% do PIB. Em2006, o orçamento foi equilibrado e a dívida pública foi equivalente a 90,30% do PIB.[45] Em 2005 e 2006, as taxas de crescimento real do PIB foram de 1,5% e 3,0%, respectivamente, ligeiramente acima da média para a zona Euro. As taxas de desemprego de 8,4% em 2005 e 8,2% em 2006 também estavam perto da média da área.[46]

De 1832 até 2002, a moeda da Bélgica foi o franco belga. o país adotou o euro em 2002, com a primeira série de moedas de euro a ser cunhadas em 1999. O padrão de moedas do euro belga, designado para a circulação, mostra o retrato do rei Alberto II.

Waffles belgas.

A Bélgica tem uma cultura muito rica em museus, prédios históricos e arte. Uma vez por ano tem um concurso de música chamado “Koningin Elisabeth Wedstrijd”. Todos os anos um tipo deinstrumento clássico é escolhido.

Durante o verão, há muitos festivais. Os mais conhecidos são: WerchterSfinksDour ePukkelpop. Principalmente os jovens vão para dançar ao som das músicas das bandas famosas nacionais e internacionais, existem festivais para adultos, alternativo, com música do mundo inteiro, e outros.

E um diferencial é a cerveja belga, existem mais de 450 tipos de cerveja[carece de fontes]. As cervejas ‘trapist’ só existem na Bélgica e são fabricadas por monges, há também cerveja feita decereja. Todo tipo tem o seu próprio copo.

Gastronomia

A cozinha belga é influenciada pelas culinárias dos países vizinhos, como a da França(especialmente da região da Lorena) e a cozinha regional das regiões belgas Flandres e Valônia. Nas regiões costeiras é comum servir pratos com peixe e frutos-do-mar. Um dos pratos tradicionais é Moules Frites (mexilhões servidos com batatas fritas). Os belgas juram serem os seus inventores, servindo-as em abundância como lanches em pratos ou cones de papel cobertos de maionese ou um outro molho qualquer. Outro prato típico é Waterzooi, um guisado com peixe ou galinha. O médico e botânico flamengo Carolus Clusius jogou um papel importante na divulgação da batata na Bélgica; desde sua introdução, a batata faz parte da cozinha rústica típica do país. O chocolate belga é reconhecido pelo alto padrão de qualidade na produção. Outros doces, como Wafel, Spéculoos e Praline, não são menos populares. Depois da refeição principal e antes da sobremesa é comum servir um dos queijos típicos da Bélgica, como por exemplo o Limburger. A cerveja, com marcas como Kriek, Hoegaarden,Leffe,La Binchoise e Chimay reconhecidas mundialmente, valorizam ainda mais a cultura cervejeira do país.

Atualmente, a Bélgica é um país que possui bandas para inúmeros géneros musicais. Existem vários artistas belgas reconhecidos internacionalmente e que usufruem de enorme sucesso.

O país é reconhecido por ter alguns dos maiores nomes da música dance e eletrónica, o que também acontece com os seus vizinhos a norte, os Países Baixos.

Os artistas mais conhecidos internacionalmente da Bélgica são, na maioria, da região flamenga. Isto explica-se por este mercado musical ser maior e mais aberto do que o valão. Consultando a lista Ultratop 50, verifica-se que um hit número 1 na Flandres raramente atinge a mesma posição na Valónia, por vezes ficando bem atrás.

O Ultratop 50 é o top oficial do país e que publica todas as sextas-feiras os 50 álbuns e singles mais vendidos das duas regiões do país.

Entre os artistas belgas mais notáveis estão Audrey Hepburn, Jacques Brel, Plastic Bertrand, dEUS, Kate Ryan, Lara Fabian, Hooverphonic,K’s Choice, Jean-Claude van Damme, Lasgo, Milk Inc., Ian Van Dahl/AnnaGrace, Sylver, Jessy De Smet,Dr.Lektroluv Technotronic, Junior Jack, Dana Winner, Brian Molko ,Vocalista da banda Placebo, Vive la Fête e Stromae

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Publicado por em janeiro 27, 2012 em Uncategorized

 

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